segunda-feira, dezembro 31, 2007

ISARCQUIVOS 2007



O que se pode esperar de um ano quando você passa o réveillon dançando "Tumba-la-catumba", da Vovó Mafalda?





Obviamente, 2007 foi um ano farto de situações inusitadas para este que vos escreve, cheio de histórias pra contar aqui no blog!

(¯'·._.·[ PLANTÃO MÉDICO ]·._.·´¯)





O ano já começou me dando porrada. Tive um problema sério de saúde, foram vários meses de exames, diagnósticos estranhos, tratamentos diversos e, por fim, cirurgia e lenta recuperação! Mas tô vivo, né? E cheio de histórias: tive que tomar banho com algodão molhado no hospital, fiquei dopado com anestesia e tive amnésia (juro, não lembro de muita coisa... e, do que lembro, a memória tá meio confusa), meu organismo expulsou ponto interno da cirurgia. Isso, é claro, sem contar os pequenos piripaques da vida, que envolvem desde pequenas dores até fazer cocô verde!

(¯'·._.·[ VEXAME ]·._.·´¯)



Mas não é só bunda de fora no hospital que eu vivo! Esse ano, completei 30 anos, relembrando uma história antiga, do meu nascimento, e que foi meu primeiro momento isac! É que o vexame toma conta da minha vida! E a idade não tá me fazendo bem: fui procurar meus óculos escuros no consultório médico, mas eles estavam na minha camisa. Também teve a vez que chamei a namorada de um amigo meu pelo nome da ex-namorada dele. Ou ainda quando derramei bebida no vestido da mãe da noiva. E teve uma menina do orkut que me confundiu com um EMO!!
Além disso, coincidências e acidentes acontecem. Como da vez em que minha equipe de trabalho apareceu toda de verde (sem combinação prévia - e sem trocadilhos, por favor)! Ou o amigo que me deixou falando sozinho e pagando mico num espaço público. E o DVD da Wanessa Camargo que eu ganhei? E a lixeira do banheiro, que tem meu nome escrito nela? E quando eu quase perdi uma viagem porque esqueci que estávamos no horário de verão?


(¯'·._.·[ HOW BIZARRE ]·._.·´¯)



O inusitado, é claro, sempre faz parte da minha vida!
Afinal, é meio estranho você acordar na sua casa e achar 4 pés esquerdos de diferentes sandálias, sem achar UM pé direito!! É cada coisa ou pessoa que eu vejo por aí... teve o caso da escada presa numa placa com uma corrente de bicicleta, do moço sentado numa cadeira de praia dentro do vagão do metrô, da moça com a tatuagem do crescente azul na testa, da freirinha com chapéu de praia por cima do véu, do gerente do McDonald's que parece um personagem de quadrinhos, um cantor de barzinho que acha que arrasa no inglês (mas só arrasou a minha noite), uma juíza trabalhando na calçada do fórum, um carro de polícia que não funcionava e teve que ser empurrado, o caso da coleta seletiva que não funciona direito em contraste com a limpeza forçada da Ponte Rio-Niterói. Fora o meu irmão, que resolveu criar uma cobra num aquário (apenas por alguns dias, mas por tempo o suficiente pra me apavorar)...


(¯'·._.·[ PASSEIOS ]·._.·´¯)



Não é só de banheiros convidativos, fazendas de avestruzes e luzes de natal feitas com garrafas pet que se ornamentam minhas viagens. Teve uma moça que me deu uma flor na rodoviária. Mas lugares diferentes, problemas sempre! Tem gente chiliquenta e barraqueira em rodoviária e, num nível menor, teve aquela vez em que não consegui descer na estação certa do metrô... E por pouco não perdi meu vôo de volta pro Rio!
Fiquei preso no elevador junto com a Tati - e era inferno astral dela! Fiquei preso no trânsito porque o carro deu defeito, depois de me perder em Volta Redonda. Acho que esse foi meu primeiro caso de carro que morre por falência múltipla das peças...


(¯'·._.·[ ÁGUA ]·._.·´¯)



Esse composto de hidrogênio e oxigênio marcou meu 2007!
Tanto pela falta, quanto pelo excesso!
Começou com o vídeo da Sheila Mello, hino maior do meu réveillon chuvoso (que tem até comunidade no orkut). Teve desde a falta d'água que me obrigou a tomar banho de caneca até o excesso de chuva que me obrigou a pegar uma carona inesperada. Ou ainda a chuva louca que peguei quando buscava um estágio...


(¯'·._.·[ STRUMMING MY PAIN ]·._.·´¯)




Falando em busca de estágio, na busca por um desses, topei com funkeiros, trens estranhos, pessoas malucas e até comi canjica estragada! Meu maior sofrimento, afora o de saúde, foi o tecnológico. Já estou no terceiro celular, somente esse ano! O primeiro foi-se quando a Vivo - operadora de MERDA, nunca tenham celular de lá, errou nas minhas faturas e, ainda por cima, cortou me serviço! Se foderam com o processo que eu movi! Mas, como nunca posso ficar impune, o destino me tirou o segundo celular, furtado de minha bolsa de praia. Além do celular, perdi um companheiro de quase 5 anos de trabalho: um teco-teco que me disseram que era um computador! Já foi tarde, junto com nosso acesso à internet e com o bom funcionamento com o micro que me emprestaram pra poder trabalhar em paz, que já me fizeram passar por um dia de cão... A cereja do meu bolo foi viajar pra Floripa, depois de anos de planejamento e esquecer de levar sunga e sandálias - e, depois de comprar tudo isso por lá, não fazer UM dia de sol!

Apesar dos pesares, tô aqui: vivo e bem! E é isso que importa: suplantar as adversidades e manter o sorriso no rosto, saber rir de si mesmo, saber extrair lições positivas de tudo aquilo que acontece de negativo. Isso só acontece comigo? Acho que não...

O verdadeiro Ano Novo acontece quando a gente permite que ele seja realmente novo. A palavra réveillon deriva do verbo francês 'réveiller', que significa "despertar".
E que a cada dia de 2008 possamos despertar para a felicidade, mesmo na adversidade!



Como num ciclo, encerro esse ano
com a mesma foto que comecei!

Só esperando a renovação!


FELIZ ANO NOVO!!
E que venha 2008!

sexta-feira, dezembro 28, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 11

Gente!
Sabem que dia é hoje???
É aniversário da Wanessa Camargo?


Que surpresa! Vocês lembraram!


A música de hoje é uma versão de um clássico da Suzanne Vega, e também uma homenagem ao aniversariante Phe, do Papel Pop:

MALUCA
(mais uma versão de "Luka", da poderosa Suzanne Vega).

Eu tô maluca!
Moro no segundo andar
Vivo em cima de você
Acho que já te vi passar
Se você ouvir algo na madruga
E te parecer que estou a brigar
Não me pergunte o que é que há
Não me pergunte o que é que há
Não me pergunte o que é que há

Sou estabanada
E às vezes falo alto demais
Tenho as minhas manias
Sou orgulhosa e muito capaz
Já apanhei da vida até chorar
Depois disso, passei a não me importar
Simplesmente não discuto mais
Simplesmente não discuto mais
Simplesmente não discuto mais

Acho que já estou melhor
Dei outra vez com a cara na porta
Se você perguntar, é o que eu vou dizer
Seja como for, isso não te importa
Eu quero ficar um tempo a sós
Comigo mesma, e como meus nós
Só não pergunte como estou
Só não pergunte como estou
Só não pergunte como estou

Eu tô maluca!
Moro no segundo andar
Vivo em cima de você
Acho que já te vi passar
Se você ouvir algo na madruga
E te parecer que estou a brigar
Não me pergunte o que é que há
Não me pergunte o que é que há
Não me pergunte o que é que há

Já apanhei da vida até chorar
Depois disso, passei a não me importar
Simplesmente não discuto mais
Simplesmente não discuto mais
Simplesmente não discuto mais


* * * * *

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

terça-feira, dezembro 25, 2007

É NATAL!





Chega essa época do ano e todos nós ficamos sonhando com presentes, rabanadas etc.
E acabamos nos esquecendo que o Natal é um período de reflexão e de buscar amar mais ao próximo. É a celebração do nascimento de Jesus.

Dia desses, eu tava pensando em como a história do nascimento de Jesus é um grande post pro ISAC. Vejam bem...

Maria tava lá, jovem e simpática, cuidando da vida dela, se preparando pra casar com José quando, do nada, aparece um anjo. O tal do anjo fala pra ela que ela é bendita, escolhida, a mãe do filho de Deus. E ela lá, virgem! E, de repente, grávida do Espírito Santo.

Daí, tá lá José, carpinteiro, homem simples e cheio de valores, descobre que a noiva tá grávida e que o filho não é dele. Como todo homem comum, ele quer pular fora, mas o tal anjo aparece de novo e fala: 'assume como se fosse teu'! E vai José, decente, sustentar o filho de Deus.

A mulé passa uma gravidez num calor do caramba, faz serviço pra prima mais velha, também grávida, sofre pra caramba e, ainda por cima, o tal do Herodes inventa um recenseamento maluco, que obriga José a viajar com Maria, redondaça, prestes a parir. E eles viagem de BURRO, que é super cheiroso, rápido e confortável! Quase tão bom quanto um ônibus lotado em dia de jogo no Maracanã!:P

E roda pela cidade, procura lugar pra ficar e só dão com plaquinhas de "não há vagas"! Nem tem ninguém gentil o suficiente pra deixar uma pobre mulher quase parindo pra repousar em sua casa - se fosse hoje em dia, com o caos urbano e a violência assolando, era bem compreensível não se confiar numa grávida (vai que a barriga é falsa, e ali só tem papelotes de pó?), mas isso foi há mais de 2000 anos...

Daí, eles acabam se ajeitando numa estrabaria qualquer, no meio do feno, provavelmente com um cheiro ferrado de bosta de animais diversos, junto com o burro e, surgido do nada, um boi - que, no meu caso, teria virado churrasco!

Quando se pensa que nada pode ser pior do que isso, a bolsa d'água arrebenta e a mulher não tem outra solução a não ser parir ali mesmo, num meio do feno, num lugarzinho no meio do nada, sem assistência médica (a.k.a. parteiras), sem nada preparado!

Agora vocês juram que, na hora de dar a luz a Jesus, Maria tava pensando "vou ser mãe do Filho de Deus", né? Porque eu tenho quase certeza que que ela pensou; "isso só acontece comigo"!

Bom, de qualquer maneira, o que importa é celebrar tudo o que é bom e positivo:

FELIZ
NATAL,
PESSOAS!!

sábado, dezembro 22, 2007

THE END OF THE AFFAIR



Esse da foto é o Bruce Gomlevsky.
Vocês JURAM que eu ia colocar foto do Renato Russo aqui?

Eu contei aqui a história de como a morte do Renato Russo acabou com a minha comemoração de aniversário...

... mas ontem fiquei sabendo de algo muito pior relacionado a esse evento - não é a não-comemoração do meu aniversário, mas sim a morte do Renato Russo.

Eu tava contando a minha tragédia pessoal pra amiga Renata Cardoso - junto com a Tati Leite e a Mari Pepper - e ela me surpreendeu com uma história mais escrota que a minha. A Renata namorava um músico. O cara era feio, meio estanho e soturno, mas tinha um certo charme, uma coisa meio 'mambembe', pelo fato dele ser músico. E, por ser músico, o cara era muito ligado em... música! Tinha paixão por rock nacional! Seu maior ídolo, ícone e exemplo: RENATO RUSSO.

Eis que, no dia da morte do renato russo, O CARA FICOU TÃO ABALADO QUE TERMINOU O NAMORO COM A RENATA! Ele alegou que, com a morte do ídolo, ele estava deprimido, com a cabeça pesada e sem condições de se estabelecer em um relacionamento sério...

... e a Renata nem estava errada quando pensou: 'isso só acontece comigo'!!

segunda-feira, dezembro 17, 2007

MORGANA DAS FADAS





Dia desses, estava eu andando pelas ruas de Botafogo, rumando para a Casa de Rui Barbosa, pra aproveitar umas horinhas de leitura em seu fabuloso jardim.

Daí que, enquanto rumava para lá, topei na rua com uma mulher com uma tatuagem muito curiosa: um crescente azul tatuado no meio da testa, quase na direção das sobrancelhas!

Eu não mereço isso...

Acho que alguém levou "As brumas de Avalon" muito a sério...

terça-feira, dezembro 11, 2007

CORAÇÃO DE ESTUDANTE





O post de hoje é uma aventura da amiga Keshi:

Oi Andreeeeh! =DDDD

Então, eu disse que ia mandar, tou mandando.

Tou eu no ônibus, voltando de Dubai...ops....da Piedade, já quase perto de casa quando entra uma senhora no ônibus. Do alto de seus oitenta e tantos anos, aparentando ser muuuuuito humilde, a senhorinha vira pra cobradora e fala "Minha filha, meu Riocard está bloqueado pelo tempo curto e eu não tenho o dinheiro da passagem, posso viajar aqui na frente?"

O problema é que não tinha banco na frente do tal ônibus. Eu, sem iPod, sem livro, sem NADA que me isole do mundo, fiquei de butuca ligada prestando atenção no que diabos a cobradora ia dizer pra velhinha. Pq eu sou ferrenha defensora de velho, bicho e criança. Não destrate um desses perto de mim que eu rodo a baiana SÉRIO.

Ae a cobradora diz pra senhora "Olha, a senhora desce no próximo ponto e aí entra de novo no ônibus por trás que tá tranquilo." Mas a velha encasquetou que queria pagar a passagem. E eu ouvindo. A cobradora conseguiu convencer a velha de dar a volta no ônibus e entrar pela porta traseira.

Eu, penalizada pela situação da velhinha que NÃO QUERIA deixar de pagar a passagem, peguei R$2 da minha bolsa e chamei a cobradora (eu geralmente sento naquele banco único que fica atrás do motorista. Muito antisocial)...

"Moça, aqui...Eu pago a passagem daquela senhora de branco que...."
Aí a cobradora se alterou.
"O quêeee? Você não precisa pagar nada não! Eu não expulsei a velha do ônibus não! ALÁ! Ela tá lá sentadinha no fundo do carro!!!!!"
"Mas moça, a senhora queria...."
"Que juízo você faz de mim, menina!???? VOCÊ AAAAAACHA que eu ia expulsar a velha do ônibus?! VOCÊ PEGOU O BONDE ANDANDO! Guarda seu dinheiro!!!!"
"Mas moça, se eu tou dizendo que eu quero pagar a passagem da vovó é pq eu posso fazer isso por ela, não tou fazendo mau juízo de ninguém não!" E meu ponto chegando...
"E ainda dá uma de esnobe! Minha filha, se vc tá com dinheiro sobrando, VAI AJUDAR OS POBRES!!!!"
"MAS NÃO É EXATAMENTE ISSO QUE EU ESTAVA TENTANDO FAZER, CARAMBA!?" Me revoltei. "Não tou com tempo pra discutir com gente ignorante não! Passar bem!"

Puxei a cordinha e na hora de descer do ônibus, dei os tais R$2 pra velhinha e falei "Ó, caso a senhora precise da passagem de volta tá!?" Ela deu um sorriso meio sem-graça (o fuzuê todo no ônibus foi por causa dela, qualquer um ficaria sem graça), me agradeceu e me deu a bença.

Desci do ônibus, a cobradora ainda me chamou de riquinha esnobe!

Eu fiquei olhando pro ônibus me sentindo um ET! Afinal de contas, ISSO SÓ ACONTECE COMIGO, de eu tentar ser bacana e levar um ESPORRO! Um absurdo!

Nunca mais eu faço uma boa ação. Vai que na próxima eu apanho!?

quinta-feira, dezembro 06, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 10

Gente!
Já estamos em dezembro e não fiz mais nenhuma versão?
Ninguém mais sente falta das Músicas para Wanessa Camargo?


É claro que não sentiram falta! Tô na mída, bem!


O bom é que meu amigo Rafa não esqueceu nossa devoção mensal ao talento vocal(?) de nossa cabeçudinha e nos proporcionou uma versão de um hit bombante. Em suas palavras:

Wanessa Camargo, depois de adaptar diversos hits para o português, resolveu expandir sua carreira sempre crescente para o resto do mercado latino, lançando o sucesso "Paraguas" em Portunhol - com participação especialíssima de Marcelo D2!
Nesta letra, vemos uma Wanessa Camargo que luta contra alguns quilos a mais pelo amor de seu macho, que a abandonou por outra, apelando até para barbitúricos e práticas religiosas em sua batalha/vingança.

Confiram:

PARAGUAS
(mais uma versão de "Umbrella", da onipresente Rihanna).

Aham aham (Wanessa!)
Aham Aham (manda aê)
Aham aham (dou-lhe três... valendo!)
Aham aham

Não tem caô nesse negó...
Deixa ir
Eu mando letra pra dama
E ela manda pros aspone
E eles babam nela (ê ê)
ela já tá alta de éter
E quer se vingar do mané
Mal tá de pé
diz aí
Antecipação e precipitação
ela é impulsiva e quer se colocar (ê ê)
Alguém aí tem remédio pra ansiedade?
Pode até ser Lexotan
Wanessa, tu tá bem?

Yo me enamoré
No quiero me separar
Me gané uns quilos, sí
ya no puedo más gastar
Porque en el escurecer
yo tomo Xenical
quiero emagrecer
para pegar usted
porque

Cuando faço chá
És chá de hiervas
Tomo para emagrecer
sé que no me quieres más
tomo todas
ya estoy loca en el bar
ahora llove más que nunca
sé que tienes una otra
pongate bajo mi paraguas
pongate bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê

Yo soy fácil asi
pero si no tens a mi
Pego una entidad
ruedo mi bahianidad
la mama babalô-ritchá
si tan loca ya está
me dá unos tapas y ya
parece possuida está
porque

Cuando faço chá
És chá de hiervas
Tomo para emagrecer
sé que no me quieres más
tomo todas
ya estoy loca en el bar
ahora llove más que nunca
sé que tienes una otra
pongate bajo mi paraguas
pongate bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê

Tu puedes venir de allá
Eres gay no puedes negar
sale de aqui
no quiero ni saber de edy
nón nón
entón yo voy cheirar un pó
me voy bailar con un coióóóóó
óóóóó
porque

Cuando faço chá
És chá de hiervas
Tomo para emagrecer
sé que no me quieres más
tomo todas
ya estoy loca en el bar
ahora llove más que nunca
sé que tienes una otra
pongate bajo mi paraguas
pongate bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
ê-ê

Y llove
Uh, baby, y llove
Baby entra en mí
baby entra en mí
y llove
y llove
siempre puedes entrar en mí
entrar en mí


* * * * *

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sexta-feira, novembro 30, 2007

IT AIN'T OVER TILL IT'S OVER





Inferno astral é coisa pesada!
E mais brabo ainda que se está chegando aos 30...
Antes de chorar minhas lamentações de inferno astral pré-balzaquiano, vou postar o email da Tati, minha amiga que acabou de chegar aos 30, que chegou ao meu correio na última terça:

"Estou aqui de bem com a vida, porque amanhã tem paralisação, e minha chefe ainda meu deu folga na quarta e na quinta! Tudo para que eu tenha um dia de aniversário feliz. Eu pensando: 'Inferno Astral mais tranqüilo ever'. Tudo bem que clonaram meu cartão de crédito e eu vou ficar sem ele justo na semana em que preciso. No entanto, poderia ser pior, poderia ter que arcar com os gastos e tal.
Só que 'Seu Inferno Astral' gosta de lembrar que devemos ter cuidado... Fui atender ao telefone que fica no corredor e a gaveta do armário de arquivo que estava aberta caiu no meu pé. E ainda arranhou meu braço. E para completar o apoio de teclado - que é solto - também caiu junto!"

Se pensam que acabou?
Ledo engano, Leda Nagle!!

Saindo do cabelereiro, no dia de seu aniversário, por questão de centímetros, a Tati escapou de levar uma pedrada na cabeça! Sim, pessoas! Uma pedra enorme caiu de algum prédio, a poucos centímetros da Tati!

E como a gente sempre acha que finalmente o universo parou de conspirar contra nós, ontem, um dia depois do aniversário da Tati, EU E ELA FICAMOS PRESOS NO ELEVADOR DO MEU PRÉDIO! Isso só acontece comigo!! É a grande lição da semana: nunca duvide do poder do inferno astral!!

domingo, novembro 25, 2007

PIRA





Em minha visita a Floripa, não só revi minha querida amiga Piggy - lá, ela é Chris! - como conheci várias pessoas super-legais e divertidas, do círculo de amizade e convívio da minha amiga!

Uma dessas pessoas é a Patrícia, uma fofa de marca maior! Inteligente e simpática, Patrícia com o namorado, o Michael, e com um gato, chamado Piragibe.

O gato, por conta do nome grande e do carinho dos donos, tem vários apelidos, tais como Pira ou Pirinha. Mas o Michael, muito sacana, apelidou o bichano de... PIROCA!

A Patrícia achou o apelido tão criativo que só chamava o felino de Piroca, o tempo todo... O engraçado é que ela chegava, da entrada do prédio, e ficava gritando bem alto: PIROOOOOOOOOOOOOOCA! Ô, PIROOOOOOOOOOOCA!

Só depois de muito tempo é que o Michael viu/ouviu esse hábito da Patrícia e a repreendeu... E FOI NESSE DIA QUE A PATRÍCIA DESCOBRIU O QUE SIGNIFICAVA A PALAVRA 'PIROCA'. Afinal, uma moça de família nem imaginava que esse apelidinho fofo fosse algo de significado tão, digamos, fálico!

Aposto que a pobre Patrícia ficou pensando: "isso só acontece comigo"!

quinta-feira, novembro 22, 2007

TEMPO TEMPO TEMPO MANO VELHO





Daí que eu resolvi viajar no feriadão pra Florianópolis.
Foi, na verdade, uma conjunção de vários fatores: a passagem aérea estva relativamente barata, comprada com antecedência numa promoção, aliada a uma necessidade de visitar uma amiga que amo demais e que eu não via há 3 anos e, por fim, minha vontade de conhecer o sul do país.

O mais legal de tudo é que a besta aqui se programa, com quase 3 meses de antecedência, pra ir a um BALNEÁRIO e simplesmente esquece de levar SUNGA e CHINELO!!

Minha primeira providência, ao chegar em Floripa, foi passear pelo comércio local em busca desses itens indispensáveis pra uma vida de 5 dias num balneário. Depois de muita pesquisa, centenas de metros percorridos, finalmente achei uma belíssima sunga vermelha e um par de havaianas bonitas e modernas por um preço razoável.

Eu já me encontrava devidamente preparado pra encarar uma boa praia em Floripa... SÓ QUE CHOVEU O TEMPO INTEIRO! Por todo o feriadão, emendado com o fim de semana, o tempo ficou nublado e/ou chuvoso e o sol só foi aparecer no meu penúltimo dia por lá! Isso só acontece comigo!

domingo, novembro 18, 2007

BRAZILIAN WAX





Por uma incrível coincidência, justo no dia em que postei uma história 'cabeluda' do meu irmão, a Naka me mandou um email que tem, digamos, uma grande afinidade com o assunto:

"A cada quinze dias eu me dou um Dia de Princesa, tipo aquele programa do Netinho. Manicure, pedicure, limpeza de pele, retoque nos cabelos, drenagem, essas coisas todas. E o principal: depilação. Mas daquelas bem radicais mesmo - não preciso explicar, né?

Então. Tânia, minha querida depiladora, sucumbiu à moda tigresa e aderiu à moda das unhas postiças de porcelana. As delas eram enormes, lindonas, pintadas de branco. E lá estava ela, meio desajeitada, puxando a cera toda do meu ser. Chegou a hora de retirar os pelos da virilha. Tânia gruda aquela cera megaquente em mim. Na hora de retirar aquela craca toda, a cera não saiu. Pelo contrário. A UNHA DELA FICOU COLADA EM MIM!! E o toquinho de unha verdadeira se DESCOLOU da carne do dedo. A bicha urrava de dor e não conseguia retirar o dedo - nem a cera, nem a unha - do meu ser. A mulher berrava tanto que a dona do salão teve que acudir. Arrancou a cera com tudo e a unhona foi junto. A coitada da Tania foi parar no hospital e eu inaugurei a onda da semidepilação - um lado liso, o outro peludo! ECA!!! Isso só acontece comigo!!"

Bem que me disseram que a beleza exige sacrifícios, mas não sabia que eram tantos...

quarta-feira, novembro 14, 2007

PELLO MENOS





Essa história tem uns 10 anos...
Aconteceu com meu irmão Felippe, quando ele estava no Ensino Médio.
Ele estudava com uma menina muito maluca, prima de uma amiga nossa!
Certo dia, estava Felippe andando no corredor da escola quando a avistou de longe. Antes que ele conseguisse escapar, ela o viu, abriu um sorriso meio demente e gritou alto: "Felippe, me esperaaaaaaaa"!
Fazer o quê? Ele esperou. Ledo engano, Leda Nagle!

Ela veio andando na direção dele, num passo lento que, se fosse uma pessoa relativamente normal, pdoeria ser considerado meio sensual. Ela trazia as mãos escondidas, nas costas e um olhar de maluca tentando ser sexy. Falou ao ouvido dele: "tenho uma surpresa pra você... fecha os olhos e abre as mãos"!

Como não se contraria gente maluca, ele assim o fez.
E ela depositou nas mãos do meu irmão um presentinho: TRÊS PÊLOS PÚBICOS, RECÉM-ARRANCADOS, DE SUA INTIMIDADE!
E saiu correndo e rindo, deixando Felippe lá, prostrado no corredor, com pentelhos na mão, pensando: "isso só acontece comigo"!

sábado, novembro 10, 2007

AMARGO REGRESSO
parte 03





Na recepção, tudo tranqüilo.
No caminho de volta pro hotel, mais um passeio por Volta Redonda - sim, a gente meio que se perdeu de novo!
O mais bizarro foi que o Germano, turista incidental, entrou numa rua na contramão... quando estava desfazendo o erro, ainda teve que aturar desaforo de um babaca local que gritou pra ele: "mais errado, impossível, hein"!
Como se todo mundo fosse obrigado a saber quais ruas NÃO SINALIZADAS DEVIDAMENTE são de mão única ou não...

Daí, nos jogamos na cama e dormimos... mal!
O hotel ficava quase colado nas linhas de trem.
E os trens de carga passavam por elas a madrugada inteira.
Muito legal dormir com essa barulheira toda!

Deixamos Volta Redonda no domingo, logo após o café, por volta das 11h30.
O caminho de volta foi tranqüilo, sem chuvas, sem impedimentos de quaisquer ordem.

Mas como nada pode passar tão impune em minha vida, eu sabia que algo estava pra acontecer... e quando esse pensamento cruzou minha mente, a luz da bateria se acendeu no painel. Paramos num posto de gasolina na estrada, pra verificar se havai algo de errado com a bateria - recém-trocada, diga-se de passagem - e não havia nada!

Seguimos viagem, mas fomos perdendo os nossos confortos aos poucos: som, ar condicionando, vidros elétrico... parecia que, aos poucos, o carro estava morrendo.

Acham que tá ruim? Calma, que vai piorar. fazia um calor senegalês e todo mundo parece que resolveu ir à praia. E o túnel Rebouças ainda estava fechado. Assim, todos os nossos acesso à zona sul, de volta pra casa, estavam engarrafados. Sei que, quando chegamos à Praia do Flamengo, o inevitável aconteceu: o carro morreu!

Agora, acompanhem bem a nossa situação: CANSADOS, SONOLENTOS, COM FOME, NUM CALOR DANTESCO, DEBAIXO DO SOL, PARADOS NA PRAIA DO FLAMENGO COM O CARRO ENGUIÇADO! Isso só acontece comigo (... e com o Germano, o Caju e a Cláudia). ainda ficamos uns 40 minutos por lá, com o carro empurrado pra cima de uma calçada, esperando o mecânico chegar.

Com o problema semi-resolvido, seguimos de carro mais alguns metros, até que o veículo resolveu morrer de vez. Por mais que eu seja bom samaritano, fui-me embora de ônibus com o Caju, enquanto o Germano e a Cláudia ficaram por lá, esperando o reboque - ela prometeu ficar com ele, na alegria e na tristeza, não fui eu quem fez essa promessa!

Por fim, numa viagem que deveria ter durado, em todo o trajeto, no máximo umas 2 horas e meia, me fez chegar em quase somente às 17h! E o pobre do Germano, ainda está enrolado com problemas do carro até hoje...

segunda-feira, novembro 05, 2007

I'M NO SUPERMAN
parte 02






Depois de muito atraso, deu tempo do Germano almoçar antes de encontrar a gente. E quem conhece o Germano já sabe que ele se tornou uma espécie de 'conceito' em termos de vagarosidade no ato de alimentar-se! Inclusive, em todo almoço, a gente diz que a última pessoa a acabar de comer é o 'Germano do dia' - na maior parte das vezes, é o próprio Germano...

A viagem transcorreu sem problemas, exceto por um pé d'água de 25 minutos que quase nos impedia de ver 2 palmos a frente do carro. Chegamos em Volta Redonda e até achamos a cidade bonitinha.

Por fim, depois de nos perdermos rapidinho, conseguimos achar a entrada muito escondida do hotel. O Atadolfo tinha falado tão mal desse hotel que a gente estava pensando que ia se hospedar num misto de Bates Motel com "Um dia a casa cai"! Mas, depois que entramos, de certo modo essa impressão foi desfeita.

O que matou a nossa estadia foi a chegada. Aparecemos no hotel por volta das 16h e HAVIA UM IMENSO LAGO DE LAMA NA ENTRADA DO HOTEL, bem perto do balcão da recepção. A gente tinha que pular a lama pra entrar e sair do hotel. Ao menos não era uma lama de chuva, e sim da faxina das escadarias e da recepção.

Daí, os quartos foram distribuídos e eu, com essa minha sorte madrasta, FUI JOGADO NUM QUARTO QUE TINHA UM DELICIOSO ODOR DE MOFO REPRESADO DESDE A ÉPOCA DOS INCAS! Isso só acontece comigo, que sou muuuuuuuuito alérgico! Óbvio que fui na recepção brincar de pular poça de lama e pedir pra trocar de quarto...

Na verdade, como era um sábado, acho que era dia de faxina em toda a cidade. É que, por votla das 17h, fomos dar uma voltinha pelos arredores do hotel e TODOS OS PONTOS COMERCIAIS ESTAVAM SENDO LAVADOS! Tá, a maioria desses estabelecimentos eram salões de cabeleireiros/barbeiros/manicures/pedicures/esteticistas (todos na mesma rua, quase um do lado do outro), mas nem se justificava tanto gasto de água!

Por fim, rumamos pro casamento. O pai da noiva, na hora da entrada, derrubou um dos arranjos de flores da decoração do caminho da nave da igreja. E a música de saída dos noivos - a única escolhida pelo Atadolfo - foi O TEMA DO SPERMAN. Mas ficou bonitinho, tocada no violino e no piano...

E, é claro, nos perdemos no caminho pra recepção...

segunda-feira, outubro 29, 2007

ROAD TRIP
parte 01





Eis que meu amigo Atadolfo, que volta e meia manda histórias engraçadas pra esse blog, casou-se no último sábado! E eu, como bom amigo, fui prestigiar o casamento dele... EM VOLTA REDONDA! E, como não podia deixar de ser, aconteceu uma série de eventos bizarros!

Combinamos de ir eu e o Caju de carona com o Germano e sua esposa, a Cláudia. Encontraríamos Germano e Cláudia no centro do Rio por volta das 13h30. Para isso, combinei de encontrar o Caju no metrô de Botafogo às 13h, para irmos juntos pro Centro. E, para isso, instrui meu primo a me acordar umas 9h30 da matina, pra eu poder arrumar minhas coisas pra viagem. Tive que usar esse recurso porque não só não tenho um despertador como mue celular - que fazia as vezes de despertador - foi roubado e até hoje não comprei outro!

Bom, na noite anterior, eu tinha ido prestigiar outro casamento. Dessa vez, era o da minha querida amiga Cândida - que vai aparecer em outro post, brevemente! Cheguei em casa super tarde e só fui dormir às 5h da matina! Mas, às 9h30, estava eu guerreiramente de pé e arrumando minhas coisas pra ir pra Volta Redonda.

Mala pronta, olhei pro relógio da sala e vi: 10h25! Eu tinha tempo de sobra até às 13h, então, resolvi ver TV! Num dado momento, percebi que eu tava vendo TV no meu sonho e resolvi que ia tirar um cochilo. Lancei mão de um aparelho de celular antiqüíssimo que tenho guardado e programei-o pra despertar às 12h30, o que me daria tempo suficiente de enfiar dois biscoitos na mochila, me pentear e sair pra encontrar o Caju no metrô...

Acordo com o Michael batendo na porta do meu quarto, dizendo que o Caju acabara de ligar, comunicando que eu estava atrasado! Olhei pro meu celular pré-jurássico e vi: 12h10. Ainda reclamei com o Michael: "pô, a gente marcou 13h no metrô, ainda são 12h10, como posso estar atrasado". Ao que o Michael, rindo, respondeu: "já são 13h10".

A paca aqui simplesmente esqueceu que O CELULAR VELHO NÃO ESTAVA AJUSTADO PRO HORÁRIO DE VERÃO! Isso só acontece comigo! Levantei correndo, peguei tudo que podia e não podia e corri pro metrô, despenteado mesmo...

E isso foi só o início das provações!

quinta-feira, outubro 25, 2007

I'M ONLY HAPPY WHEN IT RAINS





Eu nem ia falar sobre essa chuva maluca que se abateu sobre o Rio de Janeiro, que fez o morro desabar a ponto de fechar o túnel Rebouças, que afundou a Praça da Bandeira, que alagou um porreiro de lugares e que deixou a Cidade Maravilhosa virando água (corredeira abaixo / inundando o mundo, vai correndo a água)!

Quando chove, é sempre problemático. Minha rua alaga com qualquer agüinha. Tenho a impressão de que se eu cuspir na rua, ela vai alagar! Quando chove mais forte, eu tenho que mudar o caminho pro trabalho: tenho que dar a volta no meu quarteirão quase todo! Já sabendo que, bem no caminho pro meu trabalho, a minha rua vira um rio caudaloso, decidi seguir por outro caminho. Só que, quando desci do prédio, todo pimpão e sorridente, percebi que minha rua estava toda tomada de água. TO-DA! A ponto de só se poder transitar muito brevemente em alguns espaços da calçada.

Tentei ligar pro trabalho, pra explicar que eu estava ilhado, que não poderia ir. Mas ninguém atendeu o meu telefone. Nem o telefone da mesa ao lado da minha. E o telefone da secretária estava eternamento ocupado.

Desencanei e comecei a agitar umas coisas já de casa mesmo. E pedi - sintam que peça do destino! - pra entregarem um garrafão d'água na minha casa. Daí, quando o entregador de água chegou, fiz o inusitado: pedi uma carona!

Agora imaginem a cena patética: EU, DENTRO DE UM CAIXOTÃO DE MADEIRA DE UMA BICICLETA DE ENTREGAS, AGACHADO, ABRAÇADO A DOIS GARRAFÕES DE ÁGUA VAZIOS, SEGURANDO MEU GUARDA-CHUVA! Isso só acontece comigo! Eu parecia o próprio ET, na cena da bicicletinha! Andreh, telefone, minha casa!

Mas a carona valeu: saí da rua alagada, dei uma mega-volta e em menos de 1 hora andando na chuva, cheguei no trabalho apenas com os pés e as pernas (até meia-coxa) molhadas. Foi muito legal passar o dia no trabalhando andando descalço naquele carpete ridículo...

domingo, outubro 21, 2007

PRESENTES





O dia 12/10 é feriado nacional, dedicado a N. Sra. de Aparecida, padroeira do Brasil. Além disso, é dia das crianças. E criança gosta de ganhar presentes, né?

Mas, quando criança, eu ODIAVA fazer aniversário dois dias antes do dia das crianças. E o motivo era simples: EU GANHAVA UM PRESENTE SÓ! Ou seja, se, durante o ano, uma criança de classe média baixa ganhava cerca de três presentes - NATAL, ANIVERSÁRIO e DIA DAS CRIANÇAS - eu só ganhava dois. Meus parentes safados sempre vinham no meu aniversário com um presente só e davam aquela desculpa manjada de que "é de aniversário e de dia das crianças"! Isso só acontece comigo (e talvez com todas as crianças que façam aniversário nas imediações do dia das crianças e do Natal)...

É claro que, em alguns casos, compensava mais o presente único e melhorzinho do que dois presentes fuleiros. Só que, como toda criança medianamente normal, eu preferia quantidade!

Mas sabe o que me dava uma raiva absurda? É QUE ERA MEU ANIVERSÁRIO, MAS MEUS IRMÃOS TAMBÉM GANHAVAM PRESENTES! Por ser perto do dia das crianças, tinha sempre que comemorar com eles, vê-los ganhando presentes no meu aniversário etc. Haja trauma!

quarta-feira, outubro 17, 2007

COMEMORAÇÕES





Eu não lembro de ter contado essa história, mas adoro me lamentar sobre ela...
É que, na minha época de Ensino Médio, eu fui a única pessoa que não teve festa de aniversário surpresa organizada pela turma (exceto, é claro, o povo que fazia aniversário nas férias.

Meu aniversário sempre cai perto do feriado nacional de N. Sra. de Aparecida, padroeira do Brasil. Por conta desse feriado, a nossa escola sempre organizava uma feira de ciências e a minha turma, um bando de nerds ávidos por notas altas, sempre participava das feiras, com projetos mirabolantes. Daí, todo mundo ficava tão ocupado com a feira que não dava tempo de organizar nada e acabávamos todos, no dia do meu aniversário, parando em algum trailer ou boteco. E eu não bebo!

Daí que, no último ano, as coisas iam ser diferentes! Estávamos com menos matérias e uma carga de estudos menor, quase todo mundo já tinha feito o estágio curricular obrigatório, tínhamos mais tempo livre. Assim, combinamos de adiantar bastante o projeto da feira e, na época da apresentação, estarmos bem livres, pra podermos fazer uma festinha no meu aniversário.

Eu estava animado, sabem?
Era meu último ano, eu amava aquela galera, sobretudo porque eles me aceitavam e me amavam, mesmo eu sendo estranho, gordinho, sem sobrancelha, de temperamento artístico e não gostando de Legião Urbana - praticamente um pária social! E nos nossos 4 anos juntos, eu tinha ralado pra organizar as festas de quase todo mundo, sem ter nenhuma pra mim!

A feira de ciências havia começado, acho que no dia 9/10. Havíamos combinado de fazer a festinha no dia 11/10, uma sexta-feira. Seria algo simples: sairíamos mais cedo da feira, compraríamos um bolo confeitado na padaria, alguns pães pra fazer torradas, material pra fazer umas pastinhas e muito refrigerante! Eu tava na expectativa, nem dormi direito no dia 10/10 (que eu comemorei muito en passant com o pessoal que morava comigo - e a dona da pensão, com seus vários filhos e netos e cachorros).

E eis que chegou a sexta-feira!
Levantei feliz, alegre e sorridente!
Tomei um banho revigorante e fui pra escola saltitante.
Lá chegando, veio a bomba: Renato Russo, vocalista da Legião Urbana, havia falecido. Todos ficaram tristes, com sua morte, inclusive eu. Não que eu gostasse de Legião Urbana ou do Renato Russo propriamente. Pelo contrário, eu detestava!

O que me abateu foi o seguinte: TODO MUNDO FICOU TÃO MAL E TÃO DEPRIMIDO COM A MORTE DO RENATO RUSSO QUE CANCELARAM A MINHA FESTA! Isso só acontece comigo: ser privado de uma comemoração porque um ídolo nacional morreu...

quarta-feira, outubro 10, 2007

MARCANDO O TERRITÓRIO





Então, pessoas... sabe-se lá como, hoje, 10/10, chego VIVO e (quase) inteiro aos 30 anos!
São 30 anos de uma vida relativamente bem vivida, apesar de seus altos e baixos.
São, também, 30 anos de momentos ISAC, que recheiam esse blog!
Yay!

É fato, nesses 30 anos de vida, muita coisa já me aconteceu.
Nem sempre acontecimentos alegres.
Mas nada que um pouco de bom humor e um post malcriado não resolvam, né?

Hoje, celebrando 30 anos de vida, vou contar algo estarrecedor: meu primeiro 'momento ISAC' aconteceu quando eu nasci!

Era uma segunda-feira nublada, em 1977.
Mamãe estava lá, deitadona, depois de muitas horas de trabalho de parto, varando a madrugada, fazendo uma força danada pra expulsar de seu útero um pequeno ser cabeçudo - eu!
Depois desse drama todo - primeiro parto dela - eis que eu saí!

E no momento clássico em que o médico levanta esta criança pelos pés, chorando, EU SIMPLESMENTE MIJEI... E MIJEI MUITO... E MIJEI EM TODO MUNDO: MÃE, MÉDICO, ENFERMEIRAS! Isso só acontece comigo! E esse destino tinha mesmo que ser meu!

sábado, outubro 06, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 09

Ok, pessoas, eu sei que estou atrasado há quase uma semana...
Demorei, mas aqui eu apresento mais uma das Músicas para Wanessa Camargo!


Já tava na hora de um novo hit!

Dessa vez, escolhi uma música de relativo sucesso, que fala sobre a atitude feminista de botar pra correr um homem safado. E, pra melhorar tudo, é um DUETO: resolvi botar Wanessa Camargo pra cantar(?) com sua sósia-gêmea-cabeçuda-taís-maléfica, a Pitty:


Acho uma honra cantar com essa vaca!



GATO SAFADO
(uma versão de "Beautiful liar", dueto feminista da independent woman Beyoncè com a minha querida Shakira).


(Ay)
(Ay)
(Ay, Ninguém gosta de ser enganada!)

(oh) Wanessa, Wanessa
(oh) Priscila, Priscila

Ele disse
Que eu era
Sua amada
(Me disse a mesma coisa, e agora eu tô passada)
E então, ele
Me beijou
Que Gato Safado
(E eu acreditando ser a sua namorada)
Nunca vou saber
Porque é sempre a mulher quem sofre
Vou deixar pra lá
Não é ele quem vai chorar

(Ay) Não vamos brigar
(Ay) E nem fazer drama
Por um Gato Safado
(Oh) Não tô rindo a toa
(Oh) Nem vou me abalar
(Oh) Nem vou criar caso
Por um Gato Safado

Eu acreditei
Que ele era só meu
E te vi com ele
(Comigo também foi assim, pode acreditar em mim)
E eu vigiei
Cada passo seu
Pra tentar entender
(Ele foi cruel comigo e também enganou você)

Nunca vou saber
Se esse sofrimento acaba
Vou deixar pra lá
Não vou mais chorar


(Ay) É questão de Karma
(Ay) Não vamos brigar
(Ay) E nem fazer drama
Por um Gato Safado
(Oh) Não tô rindo a toa
(Oh) Nem vou me abalar
(Oh) Nem vou criar caso
Por um Gato Safado

E como é que eu me livro
De toda a humilhação?
É por isso que eu digo:
Não me peça perdão!
A verdade é só uma:
Ele é um bundããão!

(oh) Wanessa, Wanessa
(oh) Priscila, Priscila

(Ay) É questão de Karma
(Ay) Não vamos brigar
(Ay) E nem fazer drama
Por um Gato Safado
(Oh) Não tô rindo a toa
(Oh) Nem vou me abalar
(Oh) Nem vou criar caso
Por um Gato Safado

* * * * *

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

quarta-feira, outubro 03, 2007

COLETA SELETIVA parte 03





Como disse anteriormente, a minha empresa está investindo na coleta seletiva do lixo. Tem vários lixeiras específicas espalhadas pela sala e pelos corredores - só nos banheiros é que não são tão seletivas assim.

Mas isso acabou gerando uma série de dúvidas. Por exemplo: se eu usar um guardanapo para assoar o nariz, tenho que jogar no lixo de papel ou no de material orgânico? Se eu usar um copo de água para beber café, ele deve ser jogado na lixeira de copo de água ou copo de café? Pacote de biscoito é plástico ou lixo orgânico? Como a margarina difere em apenas uma ligação química de um saco plástico, ela é lixo orgânico ou é plástico? Se eu usar copo de papel pra beber suco de uva, ele deve ser jogado no lixo de papel ou no de copos de café?

Essas e outras perguntas são feitas a cada minuto, em situações as mais bizarras.
Porque as pessoas que trabalham diretamente comigo são muito engraçadas!

Mas o pior não é isso. Depois que todo lixo é jogado em sua devida lixeira, A FAXINEIRA QUE PASSA PRA RECOLHER O LIXO MISTURA TUDO NUMA MESMA SACOLA! Isso só acontece comigo! Não dá pra levar essa empresa a sério...

***

Tem DOIS posts em O Fantástico Mundo dos Nomes!
Vão lá, tipo, AGORA!

sábado, setembro 29, 2007

GARBAGE
parte 02






Desde que comecei nesse meu emprego, há 5 anos, no dia em que ganhei a minha mesa e meu computador próprio, ganhei também a minha lixeira. Cada um, na minha empresa, tinha sua lixeira própria na estação de trabalho. Ao contrário da grande maioria das lixeiras do prédio, a minha era novinha, bonita, toda preta. E ainda tinha uma etiqueta com meu nome, meu ramal e minha sala. Coisa linda!

Na verdade, isso era muito contrastante com o problema que citei no post anterior, da falta de lixeira nos banheiros. Talvez isso tenha influenciado na decisão de implantar a tal da coleta seletiva no meu emprego.

Assim, com esse novo sistema, todas as lixeiras foram recolhidas das salas e redistribuídas com novas etiquetas. Na minha sala, que tinha 20 lixeiras, agora tem apenas 8: três para papéis (uma delas para reciclagem direta na empresa), uma para lixo orgânico, uma para plásticos, uma específica para copos descartáveis utilizados para tomar água e duas outras específica para copos descartáveis utilizados para tomar café (e outros líquidos diferentes de água pura).

E, com isso, algumas lixeiras foram remanejadas paras os corredores e, é claro, para os banheiros. E qual não é a minha surpresa ao entrar no banheiro do meu andar, numa das cabines e DAR DE CARA COM MINHA ANTIGA LIXEIRA LÁ, COM MINHA ETIQUETRA, COM MEU NOME, RAMAL E SALA? É uma sensação única! Isso só acontece comigo...

terça-feira, setembro 25, 2007

LIXEIRAS
parte 01






Sabem uma coisa que eu achava muito engraçada no meu trabalho?
Não havia LIXEIRAS no banheiro do meu andar.
Os banheiros de alguns andares tinham lixeiras em TODAS as cabines.
Em outros andares, apenas umas cabines tinham lixeira.
Mas SOMENTE no meu andar não tinha lixeira alguma no banheiro - exceto a lixeira enorme que fica perto daquele aparelho que armazena papel-toalha pra você secar as mãos.

O mais legal de tudo era que em todas as cabines do banheiro havia o mesmo aviso: "não jogue o papel no vaso pois entope"! Ok, cara-pálida! Então, depois de utilizar o vaso sanitário e produzir um pequeno gasto de papel higiênico, eu devo fazer o quê? Empilhar no chão? Guardar no bolso e jogar na lixeira mais próxima? Eu não mereço isso...

sexta-feira, setembro 21, 2007

ADD





Eu estava tentando seguir uma linha de raciocínio lógico aqui no blog.
Falei do povo do trabalho todo de verde.
O verde me lembrou do cocô verde.
O cocô me lembrou de uma coisa que eu ia postar HOJE sobre as lixeiras do meu trabalho.
Tudo cíclico!

Até que me aparece uma menina, me pedindo pra adicionar no orkut.
Bonitinha, novinha, tinha tudo pra ser interessante.
Até que eu vi o recado que a infeliz me deixou:
"ola te vi em uma comunidade e gostei das suas fotos,vc é EMO?,posso te add??"

Peralá!
E M O ?
Olha bem pra mim e vê se eu pareço com o pobre-coitado-como-sofro-e-me-afogo-em-auto-comiseração-ouvindo-simple-plan da foto desse post?
Tenha dó! Isso só acontece comigo!

* * * * *

Ressuscitando o "Momento Du-vídeo-dó", Guilherme Zaiden em "Confissões de um EMO":



terça-feira, setembro 18, 2007

MR. HANKEY
ou HOWDY HO
ou
ainda GREEN IS THE NEW BLACK part 2






A história de hoje é curtinha e, na verdade, como é uma BOSTA de história, nem vai ficar aqui muito tempo...

É que eu fui no aniversário do Carlinhos - depois de enfrentar uma viagem de carro, acompanhado de um maluco que fala sozinho, um bêbado e uma puta - e me enchi de marzipan. O bolo era decorado com vááááárias estrelas negras de marzipan, cheias de anilina, é claro...

... eu comi tantas estrelas de marzipan do bolo que, nos dois dias seguintes à festa, MEUS EXCREMENTOS SAÍAM VERDES! Sim, gente, cocô verde, igual ao das vacas e cavalos. Isso só acontece comigo! Literalmente, QUE MERDA!

sábado, setembro 15, 2007

GREEN IS THE NEW BLACK





Tem dias em que parece que o universo conspira. Pode ser contra ou a favor de você, não importa. O que importa é que tem dias em que parece que o universo conspira.

Às vezes os sinais são claros, às vezes a conspiração é pesada.
Mas, às vezes, é só uma série de coincidências bizarras que fazem a gente pensar: "isso só acontece comigo"!

Tudo isso só pra dizer que, no meu setor do trabalho, tem 18 pessoas. E que, num determinado dia, houve uma certa reunião, da qual só participariam 10 pessoas envolvidas em um sistema (eu, inclusive). E que tem dias em que parece que o universo conspira... nesse dia, TODOS OS PARTICIPANTES DA REUNIÃO ESTAVAM VESTIDOS DE VERDE!

Isso só pode ser um sinal.
Só não sei do quê...

terça-feira, setembro 11, 2007

EU VOU DE ESCADA

A coisa está tão preta pra todo mundo que cada um se defende dos meliantes como pode:



Sim, pessoas! Isso, na foto, É UMA ESCADA PRESA A UMA PLACA DE SINALIZAÇÃO COM UMA CORRENTE DE BICICLETA! Eu achei isso tão engraçado que fui correndo em casa buscar a máquina fotográfica pra poder registrar pra sempre essa coisa tosca! Eu não mereço isso...

sábado, setembro 08, 2007

INDEPENDÊNCIA





Agosto passou, mas deixou rastro... será que é emenda de maldição do mês do desgosto com um princípio adiantado de inferno astral? Porque esse início de setembro também não anda nada agradável!

É que, afora algumas pequenas decepções de ordem pessoal e uma perspectiva de cortes nos salários (incluindo o meu), não viajei pra Cabo Frio pra poder prestigiar o casamento de uma amiga aqui no Rio. Até aí, nada muito sofrido.

Mas o martírio começa: a maioria dos meus amigos está fora do Rio. Quem ficou por aqui, ou tava ocupado ou tava 'casado'. Ou seja, fiquei abandonado!

Daí, resolvi confraternizar com outros amigos solteiros como eu e caímos na noitada na quinta. Só que, daí, nessa sexta, dia da independência de nosso país, percebi o quanto somos extremamente dependentes de contatos: fiquei sem internet e sem telefone em casa.

Tudo estaria mais ou menos salvo em termos de manter contato porque eu ainda tinha o meu celular. Reparem bem no verbo: TINHA! Fui à praia com um dos poucos amigos disponíveis e, num dado momento de distração, ALGUM FILHO DA PUTA ROUBOU MEU CELULAR! Muito ódio nesse meu coração gelado!

Isso só acontece comigo: sozinho, ilhado e incomunicável num feriadão! De jeito que as coisas andam, já estou começando a querer que 2007 acabe logo!

domingo, setembro 02, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 08

Agosto acabou - finalmente - e, é claro, algo tinha que dar errado.
Fiquei sem internet justamente no dia 31/08, o tal do BLOG DAY.
E, é claro, dia de mais uma das Músicas para Wanessa Camargo!


Muita mágoa de cabocla!

Tem uma música da Christina Aguilera que me toca profundamente. Gosto da interpretação dela, um vocal forte com um instrumental suave, quase um piano-e-voz... por isso, até me doeu botar Wanessa Camargo numa versão dessa canção, mas... lá vai:

MAGOADA
(uma versão de "Hurt", música sofrida da fantástica Christina Aguilera).

Parece que foi ontem, a última vez
Que vi seu rosto triste, quando eu te deixei
Se então eu soubesse
O que hoje eu sei
Ooh ooh

Me jogava nos teus braços
E afastava toda a dor
Esquecia os nossos erros
Viveria o nosso amor

Eu faria de um tudo
Pra poder mais uma vez
Ouvir a sua voz
Me chamando de 'meu bem'

Ohh! Me desculpa por culpar você
Por tudo o que eu não fiz por mim
E eu me magoei ao ferir você

Às vezes fico tão down, mas eu não assumo
E só quero me esconder, pois já te perdi
É tão duro desistir
Eu te quero só pra mim
Oooh

Vai mostrar onde eu errei?
Me ajudar a compreender?
Vai olhar bem os meus passos?
Se orgulhar de quem me tornei?

eu faria de um tudo
Pra poder mais uma vez
Olhar bem nos seus olhos
E você corresponder

Ohh! Me desculpa por culpar você
Por tudo o que eu não fiz por mim
E eu me magoei... ooooh!

Se eu pudesse, outra vez,
Te dizer o quanto que eu te amo
E te quero, meu bem

Ooh
Já não dá mais
Pra tentar outra vez
O passado é passado, já se acabou...

Ohh! Me desculpa por culpar você
Por tudo o que eu não fiz por mim
E eu me magoei...
... ao ferir você!


* * * * *

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

quinta-feira, agosto 30, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte final






Sei que, depois de encarar uma canjica estragada, deu meu dia por encerrado!
Pegamos nossos trapinhos - leia-se MUITOS papéis e documentos - e, novamente, fomos nós, eu e Rejane, debaixo de chuva, espremidos embaixo de UM guarda-chuva, pulando poças e poças de lama. Vencemos novamente as duas ladeiras modorrentas e rumamos para o ponto.

Ainda tínhamos que ir pro Centro do Rio pois, além desse martírio todo, ainda iríamos encarar 4 horas de aula - aula chata dá sensação de tempo mais lento: a cada 15 minutos parece que se passou 1 hora - com uma professora com um cabelo tão duro que lembrava uma cabeça de playmobil!

A canjica estragada deve ter feito a gente raciocinar melhor: resolvemos ir de trem. Eu tava tenso, porque nunca tinha andado de trem antes, ficava imaginando aqueles cacarecos velhos que eu via no Jornal da Globo no fim dos anos 1980, com pessoas praticando 'surf ferroviário' na linha que vai pra Japeri! Mas o trem até que era legal, parecido com os carros do metrô. Fiquei achando que todos eram assim - ledo engano, Leda Nagle: Rejane, habitante de Caxias, me disse que trens bonitinhos são exceção e que pra baixada são os trens que eu via no Jornal da Globo no fim dos anos 1980...

Afora os 30 minutos de espera na estação, o trajeto foi tranqüilo, exceto por uma infestação de vendedores ambulantes. Era incrível: a gente não passava 5 minutos sem ser importunado por algum deles. E vendiam de tudo: linha, agulha, chocolates, balas, canetas, compasso, transferidor, fita métrica, azeitona, lixas de unha, cola quente, biscoito de polvilho, borrachinhas coloridas, cartões diversos, mãe, drogas, livros, bolsas. Só não vendi uma bosta dum ESTÁGIO DECENTE! Garanto que comprava uns dois pra mim e pra Rejane!

O bom do trem foi que nos possibilitou chegar mais cedo no centro do Rio. Com isso, eu me minha amiga fomos passear no CCBB. Tinha uma exposição beeeeeeeeeeeem legal, sobre a arte na China contemporânea. A gente viu a exposição e, é claro, não podia deixar de pagar mico...

... pra começar, entramos num corredor imenso, achando que tinha umas salas de exposição, mas fomos acabar parando NA PORTA DO BANHEIRO!

Numa das outras salas de exposição, ficamos disfarçando enquanto seguíamos um grupo de turistas, que fazia uma visita guiada, só pra ouvir as explicações da guia!

Pior foi quando já tínhamos visto metade da exposição e um segurança me barrou, dizendo que eu não podia circular pelas salas da exposição com uma mochila nas costas! Isso só acontece comigo! Nenhum outro segurança tinha me barrado, até então. E o mais escroto é que ninguém - seguranças, guias e atendentes - sabia me explicar porque raios não se pode andar com uma droga de uma mochila xexelenta numa exposição!

(O engraçado é que pode andar de bolsa, de pochete, de maleta ou mesmo de mala... vai entender!)

Por fim, nos dirigimos para a aula e encaramos nosso sofrimento, não sem antes contar todo esse martírio pros nossos amiguinhos de sala...

... e vocês perguntam: MAS E O ESTÁGIO?
Quer saber? Nem aceitei! Ia dar muito trabalho, eu não ia ter companhia, nem motivação. No fim das contas, arranjei outro mais interessante (mas isso é outra história)!

segunda-feira, agosto 27, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte 3





Percebam:
Eu saí do trabalho direto pra FAETEC de Quintino, às 12h05 em ponto!
Quando eu finalmente entrei na FAETEC, já eram 14h15.
Quando saímos da coordenação de estágio, já eram quase 15h.

Só aí que pudemos levar mais 10 minutos pra achar a cantina do lugar (e outros 5 pra eu finalmente decidir o que ia comer, dentro da quantidade limitada de comida que havia sobrado).

Foram praticamente 3 horas de sofrimento e martírio: cansado, com fome, com medo de trajeto, com frio e, ainda por cima molhado!

Meu humor não estava dos melhores.
E, pra completar, eu tava de olho na canjica que a Rejane tinha pedido...mas quando ela chegou, descobrimos da pior maneira que ela estava estragada: provando!

Sim, crianças, NÓS COMEMOS CANJICA ESTRAGADA. Isso só acontece comigo... e com a Rejane! Pelo menos o povo da cantina, quando fomos reclamar que a canjica tava ruim, nos deixou trocar aquilo por algum outro doce...

(ainda falta mais um!)

quarta-feira, agosto 22, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte 02






E o ônibus não chegava nunca em seu destino!
Muito menos no MEU destino!

Mas, enfim, depois de mais de uma hora dentro do ônibus, o coletivo parou no ponto que nos indicaram... esse tal ponto ERA DO LADO DA ESTAÇÃO DE TRENS, o que teria encurtado nossa viagem para apenas 20 minutos!

Pensam que o sofrimento acabou? Claro que não! O ponto - e, conseqüentemente, a estação de trens - era próximo da FAETEC, sim. Mas era preciso transpor DUAS LADEIRAS ÍNGREMES PARA CHEGAR LÁ.

E fomos nós, eu e Rejane, debaixo de chuva, espremidos embaixo de UM guarda-chuva, pulando poças e poças de lama, pisando no chão de terra batida. Vencemos a primeira subida e lutamos pra não escorregar na primeira descida.

A segunda ladeira era menor, mas bem mais íngreme. E lá fomos nós novamente, eu e Rejane, debaixo de chuva, espremidos embaixo de UM guarda-chuva, pulando poças e poças de lama, pisando no chão de terra batida, ao som de um estimulante funk que tocava numa barraquinha de lanches no fim da ladeira.

Meus olhos famintos cobiçaram profundamente aquelas coxinhas xexelentas, aqueles pastéis murchos, aquelas empadinhas rançosas... tudo parecia apetitoso demais, devido ao meu prolongado jejum. Mas a pressa era grande e rumamos logo pra FAETEC.

Depois daquela burocracia básica de mostrar identificação, pegar crachá e pedir informações, entramos na FAETEC de Quintino. O lugar assustava um pouco, meio que parecia um presídio ou prédio de instituição correcional. Talvez isso tenha contribuído pra gente achar o clima pesado. Mas pode ter sido a minha fome com meu mau-humor e o dia estar chuvoso... Inclusive, depois disso, descobrimos que o prédio dessa unidade da FAETEC tinha sido, em tempos remotos, um prédio da FUNABEM.

Rodamos por váááááários minutos sem fim dentro da FAETEC, até finalmente acharmos a tal Coordenadoria de Estágios, que ficava no prédio da Direção. E, lá, tivemos que ficar esperando ser atendidos. Na sala de espera, tínhamos que lidar com as recepcionistas, muito cafoninhas. Uma delas chamou muito a minha atenção, não só por ser alta, loira, de longos cabelos crespos e profunods olhos azuis, mas sobretudo por suas sobrancelhas... ELAS NÃO EXISTIAM E TINHAM SIDO DESENHADAS COM LÁPIS DE OLHO! E, o pior: elas não seguiam o suave desenho das órbitas da garota, MAS ERAM UM RISCO RETO E GROSSO EM CIMA DOS OLHOS, COM UM SEGUNDO RISCO QUASE PERPENDICULAR E MENOR AO FINAL DELAS! Digno de filme de terror!

Enfim, dentro da Coordenação de Estágios, conversamos com uma das coordenadoras, ela avaliou nossos casos. Pra Rejane, ela foi enfática: não tinha vaga pra ela! Pra mim, as opções eram deliciosas: escolas distantes, de acesso remoto, com possível dominação de traficantes. Definitivamente, isso só acontece comigo! Eu ficava me imaginando numa dessas escolas, a noite, tendo que lecionar sociologia pra pessoas que não sabem o que é viver realmente a cidadania... fiquei arrasado! Mas, por fim, selecionei uma das menos piores e peguei a carta de recomendação. Na verdade, tudo o que eu queria era sair correndo de lá!

domingo, agosto 19, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte 1




Como meus queridos leitores sabem (ou deveriam saber), eu voltei a estudar. E o curso é uma espécie de licenciatura. Assim sendo, abarca uma exigência terrível: ESTÁGIO DE DOCÊNCIA. Sim, fofuras, eu tenho que estagiar ministrando aulas! De Sociologia! E nem é pouco tempo, não: são 340 horas/aula!

Vocês, como bons brasileiros que são e bons estudantes que foram (ou ainda são), devem saber que a Sociologia, dentro dessa sociedade capitalista selvagem regida pelo paradigma cartesiano, é uma disciplina considerada de pouca utilidade. Somente há alguns anos é que se tornou disciplina obrigatória das grades escolares, mesmo assim dividindo sua importância com a Filosofia. Com isso, não são muitas as escolas que têm em sua grade aulas de Sociologia. E, então, não é fácil achar um estágio nessa área. Porque, se não fosse assim, tudo seria belo e fácil, minha vida ia ser uma delícia e esse blog não existiria.

Daí que, em maio, uma moça muito simpática da FAETEC foi nos visitar em uma de nossas aulas para nos falar sobre oportunidades de estágio na rede pública de escolas de ensino médio e profissionalizante. Yay! Ficamos todos de butuca ligada, esperando começar as inscrições para o tal estágio, na FAETEC ou em qualquer outra escola.

Enfim, depois de mais de um mês de espera, começou o período de inscrição - e o princípio do meu martírio.

Reuni a papelada necessária e, no último dia, resolvi encarar o desafio de ir me inscrever na FAETEC, junto com Rejane Reis, minha companheira de classe (ou melhor, de TURMA, porque CLASSE nenhum de nós tem). Já começou mal porque a inscrição era na unidade da FAETEC em Quintino (zona norte do Rio, longe bagarái).

Como eu não sabia nem como chegava lá, fiquei dependendo de ir junto com a Rejane, o que me obrigou a pegar uma condução a mais: 30 minutos de metrô para a Tijuca (zona norte do Rio, que acha que é zona sul chique).

Saí do trabalho no horário do almoço, já com a intuição de que não iria voltar. Pra não atrasar muito a Rejane, resolvi não almoçar, deixando pra comer alguma coisa quando chegássemos na FAETEC de Quintino. Afinal, na minha cabeça inocente, eu levaria no máximo 1 hora pra chegar lá. Ledo engano, Leda Nagle.

Chegando na Tijuca, encontrei não só a Rejane, mas também uma chuvarada maldita. E eu sem guarda-chuva! Legal! Nos esprememos debaixo da sombrinha (inha! inha! ê! ê ê!) da Rejane e ficamos 20 minutos esperando o ônibus aparecer.

Entramos correndo no ônibus e levei séculos até conseguir tirar todas as moedas do meu bolso pra pagar a passagem. Conseguir sentar não foi uma tarefa fácil, mesmo com o ônibus quase vazio: a maioria dos lugares estava molhada de água da chuva, porque as pessoas desse país não têm noção de como se fecha a porra de uma janela de ônibus, sobretudo em dias de chuva.
No ônibus, conversávamos animadamente, porque a Rejane é uma pessoa engraçada, divertida mesmo. E nessa de papo-vai-e-papo-vem, a chuva ficou cada vez mais forte e, num dado momento, o ônibus deu uma freada brusca.

Resultado: toda a água que estava concentrada da pequena calha acima da janela resolveu escorrer com força. E, é claro, ela tinha que escorrer com fúria e força para dentro do ônibus, justamente pela pequena fresta de janela aberta AO MEU LADO! Isso só acontece comigo: cansado, com fome, com medo de trajeto, com frio e, ainda por cima, molhado!

(continua)

terça-feira, agosto 14, 2007

PUSH





Acabei de ouvir numa chamada do Jornal da Globo que a tal juíza Mônica Labuto vai ser penalizada (pode até perder o cargo) por sua 'desobediência' ao horário de trabalho...

Depois, a gente pergunta porque as coisas não funcionam direito nesse país.

E não funcionam direito mesmo!
Hoje, voltando do supermercado com a Tati, topamos com uma viatura de polícia que, pra poder entrar em serviço, PRECISOU SER EMPURRADA PELOS POLICIAIS NA RUA! Eu não mereço isso! Mêda!

sábado, agosto 11, 2007

MAGISTRAL





Estava eu, hoje, sofrendo na Rodoviária Novo Rio, esperando meu ônibus pra Cabo Frio chegar, quando uma notícia no Jornal Hoje chamou a minha atenção pelos seus diversos graus de curiosidade.

A juíza Mônica Labuto faz jus ao seu sobrenome e não tem medo do trabalho pesado! Como responsável pela Vara da Infância e Adolescência, programou uma ação de fiscalização para a noite de ontem, para autuar estabelecimentos que permitissem a entrada de menores de idade. Assim, a juíza solicitou trabalhar até mais tarde no fórum de Madureira, depois do horário de fechamento, mas teve seu pedido negado, em função da falta de segurança no local.

Sem medo de labutar, a juíza Labuto simplesmente MONTOU UM ESCRITÓRIO IMPROVISADO DO LADO DE FORA DO PORTÃO DO FÓRUM. A mulher colocou mesinha, cadeira, laptop, pilhas de processos e ações e simpaticamente pôs a trabalhar na calçada, acompanhada apenas de um único policial que, num determinado momento, apareceu pra fazer sua proteção.

Achei muito insólito, sobretudo a cara do policial de "isso só acontece comigo"!
Digno de nota!

terça-feira, julho 31, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 07

É isso aí!
Nos 45 minutos do 2º tempo, tô aqui marcando presença: hoje é dia de mais uma das Músicas para Wanessa Camargo!

Eu nunca fui muito fã da Rihanna, acho que ela é meio fraquinha pra cantar. Mas acho que agora ela tá num bom momento, tá emplacando um monte de músicas nas rádios e nos programas de vídeo-clipes.


Olha como eu tô a cara da Rihanna!!

Assim sendo, Wanessa Camargo não podia ficar de fora e ganhou mais uma versão de outro sucesso de Rihanna:

SOMBRINHA
(uma versão de "Umbrella", nova música bombante da Rihanna).

(Rap)
Aham aham... Yeah Wanessa
Aham aham... Botando sempre pra quebrar
Aham aham... No três... Ação!
Sem nuvens no meu céu
Minha tempestade é clara como um véu
Limpa como o céu
As nuvens vem e a gente vai
Só dá nós
Nossa voz ecoa
Como a água escoa
Você sabe como eu sou
A antecipação antes da precipitação
Me preparando para o dia da chuva
Hey, hey, enquanto a chuva cai
Você é o raio de sol
Cadê você, Wanessa?

Meu coração
Eu entreguei na sua mão
No alto do meu céu
Você o grande astro solar
E na escuridão
Quando você não pode enxergar
É onde eu vou estar
Pro que você precisar
Porque...

A gente se joga de cabeça
Te prometi estar sempre perto
Um abraço certo de amiga
Então diga que está comigo nessa
Agora que tá chovendo a beça
Eu te digo "vamos nessa",
Vem pra baixo da minha sombrinha
Vem pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê ê ê ê)

Esqueça a fantasia, você nasceu pra mim
Você é parte de mim, pra sempre, até o fim
Quando a briga nos separar
Quando o mundo nos prejudicar
Vai ser nossa missão
Consertar o coração
Porque...

A gente se joga de cabeça
Te prometi estar sempre perto
Um abraço certo de amiga
Então diga que está comigo nessa
Agora que tá chovendo a beça
Eu te digo "vamos nessa",
Vem pra baixo da minha sombrinha
Vem pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê ê ê ê)

Vem correndo pros meus braços
Que eu desejo os seus abraços
Vem, vem pra mim
Isso não é o fim do amor
Deixa a chuva, então, cair
Serei seu tudo e muito mais...
E mais...
Porque...

A gente se joga de cabeça
Te prometi estar sempre perto
Um abraço certo de amiga
Então diga que está comigo nessa
Agora que tá chovendo a beça
Eu te digo "vamos nessa",
Vem pra baixo da minha sombrinha
Vem pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê ê ê ê)

Chovendo...
Oh, baby, tá chovendo
Oh, baby, vem pra mim
Vem, vem pra mim
Chovendo...
Oh, baby, tá chovendo


*****

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

sábado, julho 28, 2007

QUEBRA-BARRACO





E não é que, logo após eu entrar no ônibus, duas (nada) distitas jovens senhoras arrumaram o maior barraco com o motorista e a equipe de venda de passagens?

Foi difícil distingüir, no meio de tantos gritos e impropérios das batráquias, o motivo da confusão. Mas meus ouvidos atentos puderam trabalhar bem. Pelo que entendi, elas fizeram confusão com os horários e acabaram perdendo o ônibus das 19h. E queriam embarcar de qualquer jeito no ônibus das 19h20, que estava cheio até o talo!

Por mais que o povo da auto-viação argumentasse que não daria pra elas entrarem no referido ônibus, elas estavam irredutíveis e bem agressivas. E todo mundo juntando em volta pra ver como o problema ia se resolver.

Por fim, dois dos funcionários da empresa que viajariam nesse ônibus cederam os lugares pra elas e se prontificaram a pegar o ônibus seguinte, das 19h40...

... antes não tivessem cedido, porque as malditas foram exatamente ATRÁS DO MEU BANCO! E passaram a viagem toda reclamando e falando alto e xingando e, é claro, atrapalhando meu sono! E o pior de tudo é que a o bate-boca atrasou tanto a partida do ônibus que ele saiu quase na hora do ônibus seguinte... Isso só acontece comigo!

segunda-feira, julho 23, 2007

MEIO DESLIGADO





Depois de ter pago dois micos memoráveis num único dia, nada me restava a não ser juntar os meus trapos e partir de Cabo Frio, retornando ao Rio no domingo a noite.

Cheguei na rodoviária e, pra variar, o ônibus que eu costumo pegar estava lotado! Tive que comprar passagem para o ônibus seguinte, que saía 20 minutos depois. Somando-se isso aos 30 minutos de antecedência com que cheguei na rodoviária, eu teria, das 18h30 às 19h20, (des)agradáveis 50 minutos de espera.

Saquei meu livro na bolsa e comecei a ler. Às 18h55, começou a movimentação para entrada no ônibus com partida às 19h. E eu, me roendo de inveja, resolvi laçar meu olhar mais viperino a todos que entrariam naquele ônibus. Para minha surpresa, o primeiro da fila era meu amiguinho Markitu!

Fechei o livro e fui andando em direção a ele. Chamei seu nome uma, duas, três vezes e... nada! Gritei seu nome e... NADA! As pessoas na rodoviária já me olhavam como seu eu fosse mais lunático do que já aparentava e eu, morrendo de vergonha, gritei estridentemente "MARKITUUUUUUUUUUUUUUUUU" e, finalmente... NADA! ELE ENTROU NO ÔNIBUS SEM NEM TER ME VISTO! E eu fiquei lá, na rodoviária, com cara de tacho, todos me olhando e pensando que teria que enfrentar esses olhares por mais 25 minutos! Isso só acontece comigo!

Só perdoei o amigo pela falta gravíssima porque ele estava com fones de ouvido...
E já rimos muito dessa situação bizarra!