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quarta-feira, abril 01, 2009

PARECE MENTIRA...





... mas não é! Há mais de 5 anos que a gente luta, lá no trabalho, por um plano de cargos e salários. Reivindicações diversas foram colhidas, batalhadas, muito sangue, suor e lágrimas derramados, na busca de reais condições de crescimento e de um salário justo que realmente valorize o trabalhador.

Não digo que essa utopia vá se realizar, mas o fato é que o novo plano de cargos e salários finalmente saiu do papel. E começou a vigorar para os salários de março.

E o salário de março entra na minha conta no dia... PRIMEIRO DE ABRIL! Eu diria que isso só acontece comigo se não fosse uma ironia do destino para mais de 2 mil outros funcionários!

quinta-feira, janeiro 15, 2009

DOIS MIL... INOVE!



Uma amiga me fez prestar atenção a uma propaganda de banco que fazia esse trocadilho do 'dois mil E NOVE' vs. 'dois mil INOVE'. Achei isso muito legal e, sei lá porquê (espírito natalino? novo acorod ortográfico? milagre?) coloquei na cabeça que, em 2009, a minhameta seria inovar.

Falei que ia reclamar menos da vida, das coisas bizarras que me acontecem, das pessoas malucas que me aparecem...

... daí, pra começar bem esse 2009, me vesti de amarelo, para garantir muito $$$ nesse ano. Mas, já no dia 02/01/09, EU JÁ TINHA RECEBIDO MEU SALÁRIO, MAS MINHA CONTA CONTINUAVA NEGATIVA!

Em dezembro, eu tinha recebido meu adiantamente de férias e optei pelo desconto em folha PARCELADO EM 6 VEZES, a partir de janeiro. Mas a empresa processou o desconto INTEGRALMENTE! Eu, que já estava com saldo negativo no banco, mal recebi $$$ pra cobrir esse rombo! Isso só acontece comigo... Dá pra inovar em 2009, se 2009 não inova comigo?

sexta-feira, setembro 22, 2006

O SEGURO MORREU DE VELHO





O bom de morar num país cujo Estado ainda é bastante assistencialista é poder aproveitar alguns direitos... mas nem sempre isso funciona bem!

Mais uma vez, a Jeane nos mostra o seu sofrimento:

"Vivi uma situação digna de dizer 'Isso Só Acontece Comigo'. Fui buscar meu Cartão Cidadão para poder retirar o seguro-desemprego. Cheguei no guichê da Caixa Econômica Federal, a mocinha consultou o computador para saber em que lote meu cartão veio e foi procurá-lo. Mas não encontrou. Eu quase fiz um escândalo:

- Mas eu pedi já faz dois meses! E como eu vou pegar a segunda parcela do meu seguro?

A moça ficou com cara de quem não sabia o que fazer. Vi uma caixinha com o mesmo número do lote em que deveria estar meu cartão. A atendente disse que aqueles cartões eram do bolsa-família mas, por via das dúvidas, resolveu procurar. E não é que meu cartão estava ali, perdido? Por que justo o meu?

Isso foi só o começo. Fui para a casa lotérica retirar meu esperado dinheirinho. A fila estava na porta, mas até que não demorou. Só que, quando chegou minha vez, ouvi um 'aguarda um pouquinho, que estamos sem valor'.

Fiquei vendo outras pessoas passarem na minha frente, pagarem suas contas e irem embora, enquanto eu quase sufocava dentro da lotérica, pois os ventiladores não davam conta do calor infernal que fez no dia!

Fui chamada para um dos caixas, a moça pegou meu cartão e passou uma, duas, três, nem sei quantas vezes... e nada! 'Só dá mensagem de erro', disse a moça. Ah, eu não mereço isso!

Lá fui eu aguardar mais um pouco até que outra caixa pudesse me atender. Pelo menos dessa vez deu certo e consegui pegar meus trocados."

Depois dessa, Jeane, eu e vocês merecemos mesmo é um BOM FIM DE SEMANA!

sexta-feira, maio 26, 2006

RESTRIÇÕES
parte final (será?)






Além de todas essas coisas bizarras que me fazem acreditar piamente que isso só acontece comigo, eu já fui pra prova com uma pontinha de pânico. Porque, ao ler o edital, descobri que uma porção de coisas era proibida:

"Não será permitida, durante a realização da prova, as comunicação entre candidatos nem a utilização de máquinas calculadoras e/ou similares, livros, anotações, réguas de cálculo, impressos ou qualquer outro material de consulta, inclusive códigos e/ou legislação".

Corretíssimo, né? Eu não podia cutucar um colega nem pra pedir uma borracha! Na verdade, acho que se eu olhasse pra alguém por mais de 3 segundos, poderiam me retirar da sala.

"Será eliminado do concurso, o candidato que, durante a realização da prova, for surpreendido utilizando aparelhos eletrônicos, tais como bip, telefone celular, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador, mãquina de calcular, máquina fotográfica, controle de alarme de carro etc., bem como relógio de qualquer espécie, óculos escuros e quaisquer acessório de chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc." (...)

Ok, eu entendo... só faltou pedir pra paciente cardíaco desligar o marca-passo! Mas tudo pela integridade do concurso, correto?

"Não será permitido o uso de lápis, lapiseira e/ou borracha".

Agora me digam: qual a finalidade disso? Eu até entendo proibir celulares, pagers, agendas aletrônicas, relógios mega-sofisticados etc. porque todos eles oferecem um grande potencial para a execução de trapaças diversas. Não permitir óculos escuros eu também aceito, principalmente depois do advento das séries e filmes de espionagem....

Mas proibir uso de LÁPIS E BORRACHA? Como assim, Bial?

Fiquei absurdamente tenso, porque eu tinha uma folha imensa pra fazer a redação e sentia que não podia escrever um rascunho à lápis!

No final das contas, consegui terminar minha prova antes do tempo regulamentar e, pra desestressar, resolvi dar um volta no shopping. Quando ia felizão comprar uma calça linda pra mim, descobri que eu havia esquecido meu cartão de crédito em casa e só tinha o dinheiro contadinho pra voltar pra casa... só espero passar nessa porra de concurso ANTES que vendam a maldita calça!

sexta-feira, abril 28, 2006

MORTE SÚBITA





Meu primeiro celular, ganhei do meu pai. Ele havia tentado me contactar em Campos por um dia inteiro, mas não me achou em lugar nenhum. Ficou puto da vida e, logo que nos encontramos (cerca de uma semana depois), me deu o celular dele mesmo. Era o primeiro modelo de aparelho digital da Motorola. Ele era todo preto, grandão e pesado. Chamávamos o celular carinhosamente de TIJOROLA, o tijolo da Motorola. Era tão bizarro que meus amigos me sacaneavam, dizendo que pra andar com aquilo na rua, era necessário ter porte de arma!!

Meu segundo celular também foi do meu pai. O tijolão deu defeito e deixei com papai pra consertar. Pra eu não ficar incomunicável, papai me deixou o outro celular que ele havia comprado, um LG bonitinho, que foi muito usado na época da expansão da Vésper. Fiquei com esse aparelho de meados de 2001 até quase o final de 2003, quando ele começou a ter problemas de bateria.

Devolvi o LG bonitinho pro meu pai e dei um passo forte, por conta própria: comprei um celular novo pra mim! De conta! Com DDD do Rio de Janeiro! Era um LG BD 4000, todo champagne, lindo de morrer e mega-funcional! Eu amei aquele celular, desde que bati os olhos nele! Desde então, este celular foi meu contato com o mundo, minha agenda de telefones, de compromissos, meu relógio, meu despertador, minha diversão em momentos de ócio. Quase um filho! Se meu celular falasse...

... mas ele não fala mais! Na quinta-feira, nates do feriado, do nada, ele saiu da área de cobertura e não voltou mais. E foi apresentando 'falência múltipla dos órgãos': não recebia torpedos, não abria a agenda, não funcionava o despertador... Por fim, o celular não ligava mais!

E, pra piorar, esse drama se desenrolou justamente num momento em que estou mais sem dinheiro em toda a história da minha vida independente e carioca! Isso só acontece comigo!

Foi duro passar essa semana incomunicável... mas, graças a Deus, meu celular novo - comprado baratinho utilizando o programa de pontos aliado à algumas promoções de dia das mães - já chegou e funciona! Acho bom esse durar mais uns 3 anos!

segunda-feira, janeiro 30, 2006

FALÊNCIA



Lendo os comentários do último post, lembrei de uma história básica: eu tenho poder de falir lojas sim! Basta eu comprar um casaco na loja que ela fecha!

Parei pra pensar e percebi que, desde 1998, todas as lojas nas quais eu comprei um casaco fecharam as portas. Por exemplo, eu comprei um casaco de moleton bege quando estive na famosa Rua Teresa, em Petrópolis, em 1998. Quando voltei, em 2000, fui procurar a loja e HAVIA UM AÇOUGUE NO LUGAR!

Teve uma loja, na qual comprei DOIS CASACOS de uma só vez, que fechou logo no mês seguinte. Tinha uma outra que eu adorava as roupas, vivia comprando coisas lá. Até que eles começaram a vender casacos masculinos e eu fiquei apaixonado por um deles. Quando comprei o casaco, a vendedora - que havia ficado minha amiga - me informou que a loja ia fechar dentrto de algumas semanas! Eu não mereço isso!

Até quando eu não compro em lojas, tenho o poder de falir quem me vende o casaco. Porque eu comprei meu casaco amarelo do Brasil numa feirinha no Galeria Café e, todas aas vezes em que fui nessa feirinha, o vendedor do casaco não estava mais lá!

PÊ-ÉSSE: Por motivos de força maior, a pérola musical para Wanessa Camargo só aparecerá nesse blog na próxima quarta-feira.

sexta-feira, janeiro 27, 2006

MALHAÇÃO





Já que eu falei da academia no post passado, lembrei de um drama pelo qual passei recentemente.

Como alguns dos meus assíduos leitores e nobres amigos sabem, eu participava do Programa de Incentivo ao Desporto, no Maracanã. Lá, eu nadava e ainda fazia ginástica estética, gratuitamente. Mas, com as obras do Pan de 2007, desde novembro de 2004 estamos sem esse programa, sem data de previsão de retorno.

Daí, tendo isso em vista, depois de muito aguardar o retorno das atividades do PID, cansei da minha inércia e da minha vida pseudo-sedentária e comecei a procurar uma academia pra dar uma malhadinha básica e, se possível, diminuir minha rotunda barriga!

Depois de muito procurar e pesquisar, acabei selecionando uma academia próxima. Além de ter sido recomendada por colegas de trabalho, ela fica na esquina da minha casa. E é barata! Achei o máximo! Cheguei lá amarradão e estava adorando tudo. O lugar é ótimo, aconchegante, os professores super atenciosos e - o melhor de tudo - as pessoas que frequentam o lugar não são sebosas e metidas e nem ficam se achando a última Coca-cola do deserto - porque, como bem lembrou a Tati, Coca-cola no deserto até é gostosa, mas não mata a sede!

E eu tô na academia, depois de um mês da matrícula, malhando feliz, com meio palmo de língua pra fora enquanto pedalo a bicicleta, quando aparece a dona pra conversar com os alunos... e ela diz que, apesar de estarem funcionando há 14 anos, A ACADEMIA IRIA FECHAR! Isso só acontece comigo: depois de um mês malhando, a academia resolve falir! Puta merda! Na hora, eu pensei: "caramba, eu fali a academia"!

Passei mais um mês - o que seria o derradeiro - malhando lá, enquanto procurava uma nova academia. Cheguei até a me comprometer em fazer uma avaliação física na academia em que malha a Mishelly Camargo, mas...

... na suposta última semana de funcionamento da academia, os professores resolveram se reunir em uma cooperativa e não fecharam mais a academia! Pelo menos, dessa vez, apesar de ainda sofrer e chorar nos aparelhos, essa história teve um final feliz (se é que já acabou)!

quarta-feira, novembro 23, 2005

QUANTO VALE OU É POR QUILO?

Ontem, por causa de um problema de trabalho, consegui um tempinho pra vagar pela internet e visitar alguns blogs, especialmente os que não via há muuuuuuuuuuito tempo! E, nessas andanças virtuais, esbarrei com algo no blog do Carlos que me fez perceber a riqueza do trabalho que faço aqui...

Então, o "Momento Capricho" de hoje se rende ao 'monetarismo' (não é de MONET, gentes... é de 'monetário', que envolve $$$):



My blog is worth $13,548.96.
How much is your blog worth?




Cara, como assim? Meu blog vale US$13.548,96? Treze mil, quinhentos e quarenta e oito dólares e noventa e seis cents? Isso tudo? Caramba! Vou acabar botando isso à venda, pra poder dar entrada no meu apartamentinho... :P

Pra quem tem blog, fotolog ou algum site, basta clicar na figura e fazer o teste. Deixem o resultado aqui nos comentários. E não se esqueçam de passar no Quadrado Imperfeito pra ver quanto ele vale...

sexta-feira, setembro 16, 2005

MAN AT WORK - parte 13





Há algumas semanas, fiquei sabendo de algo muito esdrúxulo que ocorre aqui na empresa. A sede da empresa no Rio é aqui, mas há outros escritórios espalhados pela cidade, sendo um deles no Cosme Velho.

O escritório do Cosme Velho é o que agrupa boa parte dos serviços de manutenção. Então, toda a coordenação desse tipo de serviço passa por lá. Desde a troca de um mouse até a remoção de uma parede, a central de atendimento de lá controla o que acontece aqui no meu prédio.

A situação bizarra é a seguinte: existem cerca de 32 cadeiras no meu prédio que precisam de conserto. A máquina utilizada para tal conserto deve ter mais ou menos o tamanho de uma vitrola. Então, o que seria a coisa mais lógica a ser feita? Claro que seria mandar de 1 a 3 funcionários do Cosme Velho, transportando a máquina, para consertar as cadeiras aqui, correto? NÃ-NÃ-NI-NÃ-NÃO!

A empresa simplesmente ALUGOU UM PEQUENO CAMINHÃO PRA LEVAR AS 32 CADEIRAS PRO OUTRO PRÉDIO, só porque a máquina, por uma questão estúpida de praxe, não pode sair de lá. Ou seja, o gasto de $$$ é muito maior, até porque o mesmo caminhão terá que ser alugado pra trazer as cadeiras de volta quando já tiverem sido consertadas... Será que isso só acontece comigo: trabalhar numa empresa que não tem $$$ pra aumentar meu salário, mas pode ficar gastando mais $$$ por uma questão estúpida de praxe? É dose, viu!