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terça-feira, fevereiro 17, 2009

TEMPO DE DESPERTAR





Ninguém pode deter a marcha inexorável do tempo... mas pode-se desligar o alarme do relógio! Só que a besta-fera aqui volta e meia esquece de fazer isso!

Certa vez, eu tinha acertado tudo pra ir pra Cabo Frio, rever minha família tão querida. Daí, por conta de compromissos na noite de sexta, acertei minha viagem para a manhã de sábado e, assim, programei meu celular para despertar às 6h30, horário de Brasília, de modo que eu não me atrasasse tanto para chegar na minha amada terra.

Só que, chegando em em Cabo Frio, eu simplesmente esqueci de retirar a programação do despertador do celular. Saí no sábado à noite, pra me divertir com dona MariPepper, cheguei em casa lá pras 3h da matina e fui dormir...

... às 6h30 da manhã de domingo, o despertador do celular começa a tocar! Eu, profundamente cansado e adormecido-quase-em-coma, nem ouvi o celular despertando. Depois de minutos intermináveis de agonia apitante, meu irmão caçula - que me cede espaço em seu quarto com amor e afeto - carinhosamente me senta uma almofada na cara, pedindo para desligar a bosta do alarme!

No auge do meu sono, sem conseguir desligar o celular, EU SIMPLESMENTE ROLEI NA CAMA PRA CIMA DO APARELHO, ABAFANDO O BARULHO DO ALARME ATÉ O MOMENTO EM QUE ELE PARARIA DE TOCAR! Isso só acontece comigo!

Abafado o som, voltei a dormir, como se nada tivesse acontecido. Meu irmão não tinha forças nem para ficar estupefato, muito menos para gargalhar na minha cara: deu um leve sorriso e dormiu também!

O pior de tudo é que este relato só existe porque me irmão me contou, porque não lembro de N-A-D-A!

terça-feira, fevereiro 10, 2009

SEU DESEJO É UMA ORDEM





No último post, falei do quanto eu sou fã de amigo-oculto, apesar dos pesares. Mencionei que costumo me ferrar n hora de receber os presentes? Claro que sim, porque isso só acontece comigo!

Mas, é claro, tem o pior de todos os exemplos de presentes xexelentos: a carteira andrógina! Era uma carteira feia, muito estranha mesmo! Tinha o formato básico de uma carteira masculina normal, dobrável, com espaço para cartões, $$$ e moedas. Só que a carteira era dessas de material plástico, com um 'estofamento', pra ficar bem fofa. Ou seja, fazia mais volume e era um prato cheio para assaltantes! Além disso, o seu exterior era branco, cheio de detalhes de fitness: desenhos multicoloridos de rapazes em atividades de academia! Uma pérola de breguice, mesmo para o final derradeiro dos anos 1980!

É claro que ganhei de esse 'mimo' num amigo-oculto da escola... e, é claro, era um amiog-oculto no qual cada um fornecia uma lista com 3 a 7 sugestões de presentes... e, é claro, uma carteira NÃO FIGURAVA NUNCA NA MINHA LISTA. Até porque, (1) eu já tinha 3 carteiras e (2) mal as usava! Como consumidor voraz de música desde a mais tenra infância, eu havia pedido vários discos de vinil, com atenção especial para a trilha sonora da novela 'Tieta'.

Dá pra imaginar a minha cara quando vi que quem tinha me tirado no amigo oculto tinha em mãos um embrulhinho que não era de um disco de vinil? Ainda fui na direção da pessoa - e do embrulho - com a vã esperança de que aquilo poderia ser uma fita k-7, mas nããããããão... ERA A BOSTA DA CARTEIRA ANDRÓGINA! O mais doloros de tudo foi saber que fui o único que não ganhou NADA que estava na própria lista.

segunda-feira, novembro 24, 2008

MANCADA





Dia desses, estava eu em Cabo Frio, na praia, com meus irmãos. Por mais que eu estivesse no bagaço puro, era impossível tirar qualquer cochilo na praia com os dois falando besteira non-stop! E eu, é claro, participando ativamente do processo de xoxação alheio!

Num dado momento, a gente estava falando mal do povo de Arraial do Cabo e sua relação com as aves locais - reza a lenda que o povo de lá é tão besta que ficam na orla vaiando as gaivotas que mergulham no mar e voltam sem pegar peixe - quando vimos um grupo de pombos. E esse ódio aos pombos que eu tenho deve ser genético, porque meus irmãos também detestam esse bicho xexelento.

Mas o fator engraçado - me deu até pena - e que nos fez ter crises homéricas de riso foi quando nos demos conta que, no grupo dessas aves nojentas TINHA UM POMBO MANCO! É sério, o bicho não 'ciscava', só ficava bicando as coisas do chão, porque uma das patas era defeituosa. E quando ele ia andar de um lado para o outro, à procura de migalhas de comida fáceis de bicar no chão, ele ficava naquele 'tá-raso-tá-fundo', mancando. Tragicômico!

Levanta a mão aê quem já viu um pombo-manco!
Como eu suspeitava, isso só acontece comigo (ou com a minha família)...

segunda-feira, julho 28, 2008

TRUE BLUE





Eis que, nesse fim de semana, fui a Cabo Frio, rever família e amigos. Tinha até me decidido a ter uma noite de sábado bem comportada e familiar. Só que, é claro, sempre tem uma demônia pra me atentar e, dessa vez, foi MariPepper quem me perturbou pra sair de casa, à noite, num frio da porra, pra dar uma voltinha no canal e ganhar umas calorias no Pançudo.

Na pressa de sair de casa, pra não deixar minha pobre amiga me esperando por muito tempo, catei a primeira camisa e a primeira calça que encontrei. Era uma calça nova, que eu nunca tinha usado. Só tive o trabalho de tirar a etiqueta e botar no corpo. Ela nem tinha sido lavada ainda!

No Canal, passeando com MariPepper, volta e meia eu pegava meu celular no bolso da calça, pra conferir as horas, pois ambos íamos voltar cedo pra casa. Num dado momento, reparei que minha mão estava meio suja. Quando olhei bem, vi que estava manchada de azul.

Somei 2+2 e deu 5: cinco tonalidades diferentes de azul me manchavam, PORQUE A CALÇA, SEM A LAVAGEM, TAVA SOLTANDO TINTA! Quando cheguei em casa, tirei a maldita e vi minhas pernas... eu tava parecendo um SMURF, de tão azul! Isso só acontece comigo!

quinta-feira, junho 19, 2008

NOITE SEM FIM





Eu sou um muito apaixonado por livros da Agatha Christie.
O primeiro livro dela que parou em minhas mãos foi "O caso dos 10 negrinhos". A Tissa me emprestou, eu levei pra Cabo Frio mas nem dei muita bola, pois estava terminando de ler outro livro. Mamãe viu esse livro e pegou pra ler, porque gostava das obras da Dame Agatha. E ficou me perturbando na semana seguinte para (1) ler o tal livro e (2) conseguir outros exemplares pra ela poder ler.

A história de "O caso dos 10 negrinhos" é muito boa, muito bem desenvolvida, com um final beeeeeeeem surpreendente! Não é a toa que esse é um dos meus preferidos.

Comecei a ler esse livro pra passar o tempo, enquanto os convidados do aniversário do meu irmão Daniel não chegavam para a festa... e simplesmente não consegui parar! Fiquei lendo durante toda a festa, como um pária que, volta-e-meia, era alimentado pela mãe com algumas guloseimas... Juro que, se tivesse pizza no aniversário, era o que me serviriam, por debaixo da porta, como se eu fosse um leproso ou um emo (embora esse conceito não existisse na época).

Fiquei tão empolgado que nem consegui dormir, mesmo depois de ter terminado de ler... isso só acontece comigo!

Mas o pior aconteceu com a Tissa, na época em que leu esse mesmo livro. A pobre coitada estava deitada na rede, na casa de praia dos avós, altas horas da madrugada, empolgadaça com o livro. No momento ápice do livro, a tensão comendo os nervos da querida Tissa, CAIU UMA LAGARTIXA NO BRAÇO DELA! Imaginem o escândalo...

terça-feira, junho 03, 2008

HARSH REALM





No aniversário de minha querida amiga que ama os sapinhos, fui a Cabo Frio no intuito de matar as saudades e me divertir com essa criatura à noite, nas comemorações. Só que tudo que vi, na verdade, foram azulejos brancos.

Na verdade, tudo começou quando pisei em Cabo Frio, naquela tarde calorenta. Tinha combinado que, assim que eu fizesse o trajeto da rodoviária até minha casa, ia largar minhas tralhas por lá e rumaria para o centro da cidade, para encontrar minha mãe e minha cunhada, pois cometi a insanidade de me oferecer para ajudá-las nas compras do enxoval da minha sobrinha que estava para nascer.

Na pressa, decidi que iria comer na rua, quando as encontrasse. Mas, para não digerir meu próprio estômago de tanta fome, resolvi tomar um suco de uva em casa. Só tinha uma garrafa de água na geladeira, com cerca de 400 ml. Peguei a garrafa, o suco concentrado, fiz a mistura, mandei um gole pra dentro e... estava horrível!!

Coloquei açúcar, mais água, pinguei mel, dei três pulinhos, mas o gosto não melhorava. Tomei o restinho do suco em sofrimento, só pra não morrer de fome e fui pro centro.

Cerca de 3 horas (uma coxinha, um pastel de queijo e uma coca-cola) depois, parecia que um alien ia sair do meu ventre, tamanha a revolução e barulheira lá dentro! E eu tentando descobrir o que eu tinha comido no dia anterior pra me revivar as vísceras daquela forma... fiquei, é claro, achando que era culpa do tal suco de uva, que devia estar estragado!

Quando cheguei em casa, descobri que, realmente, a diarréia é mais rápida que a velocidade da luz, pois eu entrei no banheiro tão rápido que me aliviei no escuro mesmo. E lá fiquei, passando mal pencas!

Só depois de 1 hora entre idas e vindas do banheiro é que se fez a luz: mamãe toma um remédio para a pressão, cuja base é cloreto de magnésio. Alivia os sintomas de pressão alta, faz bem pra pele e solta bem o intestino. É um pó que ela dissolve em água e, todas as manhãs, ela tem que tomar duas colheres de sopa. Daí, a espertona guarda essa bodega numa garrafa de vidro. Na geladeira. SEM ETIQUETA! E eu, é claro, não sabia disso.

E, não sabendo desse detalhe, ADIVINHEM QUAL ERA TAL 'ÚNICA GARRAFA COM ÁGUA' QUE EU PEGUEI NA GELADEIRA PARA FAZER SUCO? A própria garrafa sem rótulo com o remédio dissolvido, da qual eu bebi cerca de 250 ml e cuja posologia era de DUAS COLHERES DE SOPA AO DIA! Óbvio que o resultado seria um duro reinado no trono de louça! Isso só acontece comigo!

Acabei não tendo condições de festejar com a Mari. E o pior: sabem a que horas eu fui dormir naquele dia? QUATRO HORAs DA MADRUGADA, MERMÃO!

Teve um dado momento em que eu pensei seriamente em levar livro e óculos pra ir ao banheiro. Depois, fiquei lamentando não ter um laptop com acesso à internet...

segunda-feira, março 10, 2008

REFÉM DO SILÊNCIO
parte 07





Agora, vai uma história de assalto, que conteceu há mais de 10 anos. Meu irmão Felippe sempre foi dessas pessoas aficcionadas por marcas. Enquanto eu me contentava com uma camisa bonita qualquer, as dele só podiam ser da Ellus, Forum, Armani.

Daí que virou febre em Cabo Frio usar roupas, calçados e acessórios de uma loja chamada Aquabordo. E o 'fashionista' do Felippe resolveu que se vestiria de Aquabordo da cabeça aos pés. Os preços não eram proibitivos, mas eram meio salgados, embora os produtos fossem de boa qualidade.

Depois de uma coleção de calças, camisas e cintos da Aquabordo, Felippe resolveu comprar um tênis de lá. Passou uns 3 meses guardando uns trocados e resolveu comprar o tênis. Como bom irmão que sou, fui acompanhá-lo. E, além disso, ainda pegamos nosso primo Davi, na época com 7 anos, pra ir conosco, passear um pouco pelo centro de Cabo Frio - depois, é claro, de ouvir todas as mil recomendações de cuidado da mãe do Davi.

E fomos os 3, passeando por Cabo Frio. Paramos na frente da filial da Aquabordo no centro, olhamos a vitrine, falamos brevemente e entramos na loja...

... para sermos surpreendidos por um rapaz, de arma em punho, que rendeu a gente!
Sim, senhoras e senhores, NÓS ENTRAMOS NA LOJA NO MEIO DO ASSALTO! Eu achei aquilo tão absurdo que cheguei a reclamar, achando que era o segurança da loja fazendo alguma brincadeira boba! Isso só acontece comigo mesmo, ficar pensando esse tipo de idiotice dos outros!

Fomos levados, os 3, para uma das cabines de e lá ficamos, com mais outras 2 pessoas. O pobre do Davi tremia tanto! Mas foi valente até o fim: não reclamou, nem chorou, não deu um pio sem ser solicitado. E a nossa grande preocupação era mesmo com ele, uma criança de 7 anos no meio de um assalto. Ainda bem que tudo deu certo e pudemos voltar pra casa.

Quanto ao tênis, por sorte não levaram o $$$ do Felippe - as nossas caras de pobre devem ter contribuído pros ladrões acharem que entramos na loja só pra 'assuntar' - e nos dirigimos, alguns dias depois, para outra filial da loja, onde o compramos.

quarta-feira, novembro 14, 2007

PELLO MENOS





Essa história tem uns 10 anos...
Aconteceu com meu irmão Felippe, quando ele estava no Ensino Médio.
Ele estudava com uma menina muito maluca, prima de uma amiga nossa!
Certo dia, estava Felippe andando no corredor da escola quando a avistou de longe. Antes que ele conseguisse escapar, ela o viu, abriu um sorriso meio demente e gritou alto: "Felippe, me esperaaaaaaaa"!
Fazer o quê? Ele esperou. Ledo engano, Leda Nagle!

Ela veio andando na direção dele, num passo lento que, se fosse uma pessoa relativamente normal, pdoeria ser considerado meio sensual. Ela trazia as mãos escondidas, nas costas e um olhar de maluca tentando ser sexy. Falou ao ouvido dele: "tenho uma surpresa pra você... fecha os olhos e abre as mãos"!

Como não se contraria gente maluca, ele assim o fez.
E ela depositou nas mãos do meu irmão um presentinho: TRÊS PÊLOS PÚBICOS, RECÉM-ARRANCADOS, DE SUA INTIMIDADE!
E saiu correndo e rindo, deixando Felippe lá, prostrado no corredor, com pentelhos na mão, pensando: "isso só acontece comigo"!

domingo, outubro 21, 2007

PRESENTES





O dia 12/10 é feriado nacional, dedicado a N. Sra. de Aparecida, padroeira do Brasil. Além disso, é dia das crianças. E criança gosta de ganhar presentes, né?

Mas, quando criança, eu ODIAVA fazer aniversário dois dias antes do dia das crianças. E o motivo era simples: EU GANHAVA UM PRESENTE SÓ! Ou seja, se, durante o ano, uma criança de classe média baixa ganhava cerca de três presentes - NATAL, ANIVERSÁRIO e DIA DAS CRIANÇAS - eu só ganhava dois. Meus parentes safados sempre vinham no meu aniversário com um presente só e davam aquela desculpa manjada de que "é de aniversário e de dia das crianças"! Isso só acontece comigo (e talvez com todas as crianças que façam aniversário nas imediações do dia das crianças e do Natal)...

É claro que, em alguns casos, compensava mais o presente único e melhorzinho do que dois presentes fuleiros. Só que, como toda criança medianamente normal, eu preferia quantidade!

Mas sabe o que me dava uma raiva absurda? É QUE ERA MEU ANIVERSÁRIO, MAS MEUS IRMÃOS TAMBÉM GANHAVAM PRESENTES! Por ser perto do dia das crianças, tinha sempre que comemorar com eles, vê-los ganhando presentes no meu aniversário etc. Haja trauma!

quarta-feira, outubro 10, 2007

MARCANDO O TERRITÓRIO





Então, pessoas... sabe-se lá como, hoje, 10/10, chego VIVO e (quase) inteiro aos 30 anos!
São 30 anos de uma vida relativamente bem vivida, apesar de seus altos e baixos.
São, também, 30 anos de momentos ISAC, que recheiam esse blog!
Yay!

É fato, nesses 30 anos de vida, muita coisa já me aconteceu.
Nem sempre acontecimentos alegres.
Mas nada que um pouco de bom humor e um post malcriado não resolvam, né?

Hoje, celebrando 30 anos de vida, vou contar algo estarrecedor: meu primeiro 'momento ISAC' aconteceu quando eu nasci!

Era uma segunda-feira nublada, em 1977.
Mamãe estava lá, deitadona, depois de muitas horas de trabalho de parto, varando a madrugada, fazendo uma força danada pra expulsar de seu útero um pequeno ser cabeçudo - eu!
Depois desse drama todo - primeiro parto dela - eis que eu saí!

E no momento clássico em que o médico levanta esta criança pelos pés, chorando, EU SIMPLESMENTE MIJEI... E MIJEI MUITO... E MIJEI EM TODO MUNDO: MÃE, MÉDICO, ENFERMEIRAS! Isso só acontece comigo! E esse destino tinha mesmo que ser meu!

terça-feira, setembro 18, 2007

MR. HANKEY
ou HOWDY HO
ou
ainda GREEN IS THE NEW BLACK part 2






A história de hoje é curtinha e, na verdade, como é uma BOSTA de história, nem vai ficar aqui muito tempo...

É que eu fui no aniversário do Carlinhos - depois de enfrentar uma viagem de carro, acompanhado de um maluco que fala sozinho, um bêbado e uma puta - e me enchi de marzipan. O bolo era decorado com vááááárias estrelas negras de marzipan, cheias de anilina, é claro...

... eu comi tantas estrelas de marzipan do bolo que, nos dois dias seguintes à festa, MEUS EXCREMENTOS SAÍAM VERDES! Sim, gente, cocô verde, igual ao das vacas e cavalos. Isso só acontece comigo! Literalmente, QUE MERDA!

sexta-feira, abril 06, 2007

PORTAS ABERTAS





Acabei de chegar em Cabo Frio e minha casa parecia em fersta: tava cheia de gente! Adoro essas reuniões de família que acontecem do nada.

Daí, Carlos Dimas, marido da minha prima Lynlei, estava contando que, certo dia, eles voltavam da missa carregando duas senhorinhas de carona.

Ao deixarem uma delas em casa, viram que a pobre estava com dificuldade de abrir o portão. Carlos Dimas, compadecido, desceu do carro pra ve se conseguia ajudar a senhorinha.

Chegando perto dela, ele se deu conta que A VELHINHA ESTAVA TENTANDO ABRIR O PORTÃO COM O TERÇO, AO INVÉS DE USAR A CHAVE. Depois de desfeito o engano, a senhorinha entrou em casa. E Carlos Dimas ainda teve que ouvir a infâmia de Lynlei, que disse que "Jesus abre todas as portas, mas também não era dessa forma"... Eu não mereço isso!

sexta-feira, março 23, 2007

COBRA STARSHIP





Estava comentando que nossa paixão por animais é algo que existe desde a mais tenra infância. Aliás, lá em casa, nossa mania com bichos dura até hoje!

Tanto é que meu irmão Felippe resolveu ser biólogo. Está quase terminando o curso e trabalho num projeto de preservação ambiental. Algo a ver com "contar garças no mangue".

Mas isso não importa! O que importa é mais novo bichinho de estimação, que Felippe arrumou, e que vive num aquário: não é um peixinho... não é uma tartaruga... não é uma criança chinesa... É UMA COBRA! Isso só acontece comigo!

Pois é, dia desses, Felippe aparece com a notícia de que teria que 'hospedar' uma cobra. Nem era venenosa, nem era grande, era um filhotinho. Vencendo o meu velho preconceito contra répteis e bichos venenosos/peçonhentos, até simpatizei com a serpente.

Mamãe ficou tensa até o último fio de cabelo... muito esperta, ela acabou despachando o bicho pra casa de papai. :P

quarta-feira, março 21, 2007

THREE LITTLE BIRDS - parte 03





Pra encerrar essa série de pintinhos, lembrei de meu primo Davi.
De uma certa feita, depois de se desentender profundamente (ou seja, brigar) com a sua irmã - minha prima Raquel, citada no post anterior - começou a jogar coisas nela.

E foi um tal de jogar pião, bolas de gude, brinquedos etc.
No auge de sua fúria contra a irmã, Davi jogou na direção dela... UM PINTINHO!!

Resultado: pinto esmagado na parede! Eu não mereço isso... Nem o pobre (e falecido) pintinho!

segunda-feira, março 19, 2007

THREE LITTLE BIRDS - parte 02





Ainda falando nesses pintinhos de feira, certa vez, todos ganhamos pintinhos, eu, meus 2 irmãos e meus 3 primos!

Daí que minha prima, a Raquel, achou que o pintinho dela não estava amarelo o suficiente, que estava meio encardido e resolveu dar um banho nele.

Resultado: pinto afogado! Eu não mereço isso. Eita, família!

sexta-feira, março 16, 2007

THREE LITTLE BIRDS - parte 01

Meu computador do trabalho ainda está ruim.
E nem sinal da manutenção chegar aqui!
Assim, estou sem meu arquivo de texto a serem postados...

Olhando pelo lado bom, hoje, lendo o Leis de Murphy, me lembrei de umas histórias.

Nós, lá em casa, sempre tivemos amor por bichos.
Éramos daquelas crianças que arrastávamos os cães sarnentos da rua pra casa e dizíamos candidamente: "ele me seguiu, mãe"!
Éramos daquelas crianças que iam na casa dos amigos e as espertas mães deles nos empurravam um gato da ninhada que a maldita gata da casa teve.
Éramos daquelas crianças que ficavam horas olhando os passarinhos de vovô, meio felizes por podermos ver coisas tão bonitas e meio tristes, por eles estarem engaiolados.
Éramos aquelas crianças que sonhavam em ter um papagaio pra ensinar palavrão ou pra descobrir qual nome ele falaria primeiro - o meu é mais difícil, porém mais agudo!





Daí, sempre que íamos naquelas feiras de animais, nosso único consolo por não pdoer levar os bichos TODOS conosco era carregar aqueles pintinhos amarelinhos de brinde!

Eu, como boa criança gorda e gulosa, tinha um sonho: montar uma granja! Assim, eu tratava meus pintinhos com todo carinho. Sempre gostei de ovos e torcia pra eles crescerem e virarem galinhas beeeeeeeeeem 'poedeiras', e me fornecerem um suprimento vitalício de ovos. O que me arrasou foi quando eu descobri que praticamente TODOS esses pintinhos virariam galos? Fora que, como ninguém tinha coragem de matar os bichos e comê-los, viveram todos até encontrarem a morte por VELHICE! E ovo, que é bom, NADA! Isso só acontece comigo!

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

CALIGRAFIA





Aproveitando que eu ando numa maratona médica, pulando de consultório em consultório, lembrei de uma história que meu tio me contou...

Meu primo Davi andava meio dodói, com uma virose brava e, por conta disso, meu tio o levou no consultório médico. Depois de diagnosticado, o Davi e meu tio foram à farmácia comprar o remédio receitado pelo médico. E letra de médico vocês sabem como é...

Daí, na farmácia, NENHUM atendente conseguia decifrar qual era o remédio receitado. Meu tio voltou ao consultório e perguntou à recepcionista, que também não entendeu o que estava escrito.

Então, a recepcionista chamou o médico, QUE TAMBÉM NÃO ENTENDEU O QUE ELE PRÓPRIO ESCREVEU NA RECEITA! Ele teve que pegar o prontuário do Davi, pra poder ter certeza do que estava escrito. Eu não mereço isso!

quarta-feira, janeiro 17, 2007

LANTERNAS VERMELHAS





Ainda no caminho pra Cabo Frio, estava conversando com a Tati, depois do choque dos "banheiros convidativos" e comentando sobre a paisagem.

Daí, saindo da rodoviária de Araruama, seguimos nosso caminho quando, de repente, reparo na bizarra decoração das árvores da orla: várias lanternas feitas de garrafas plásticas de refrigerante, dessas de 2 litros. Todas pintadas de vermelho.

Um viva pra Araruama, por investir de maneira criativa na reciclagem de lixo... mas a decoração ainda precisava estar lá DEPOIS DO NATAL?

Mais estranho do que isso, só as pessoas fazendo a fiação dos postes de VARAL, com direito a pregador de roupas e tudo! Isso só acontece comigo... ou em Araruama!

*****





AH, SIM:
1 - Já que toquei no assunto da reciclagem, e como temos um consumo brutal de refrigerantes e outros produtos industrializados e envasados em garrafas plásticas, acho que vale a pena divulgar e visitar o site da Brasil Pet Reciclagem: http://www.brasilpetrio.com.br.

2- Não esqueçam de visitar O fantástico mundo dos nomes, com uma história... BIZARRA!

segunda-feira, janeiro 15, 2007

VAI PRO TRONO?





No primeiro fim de semana do ano, dei um pulinho em Cabo Frio, pra rever minha família, coisa que eu ainda não havia feito em 2007.

Aproveitei que a Tati estava livre e a convidei pra ir comigo. O prenúncio das loucuras que encontraríamos nessa viagem já começou cedo...

Além da famosa fazendo de avestruzes em Itaboraí, notamos também em algum ligar da estrada uma propaganda que falava de BANHEIROS CONVIDATIVOS!

O que diabos seriam banheiros convidativos? São banheiros que, gentilmente, te convidam a utilizar seus serviços? Que te limpam sozinhos? Que te chama pra um cineminha? Eu não mereço isso...

quinta-feira, outubro 12, 2006

VELHA INFÂNCIA





Ontem foi meu aniversário!
Acho que, depois de tantos anos, é o primeiro que passo com minha família em Cabo Frio!

Claro que isso me fez ficar nostálgico e relembrar de váááááários momentos de minha (velha) infância!

Lembrei de uma história muito tosca, de quando eu devia ter uns 7 ou 8 anos de idade. Eu e meu irmão Felippe, assim como muitas crianças, éramos fascinados pelo grupo Trem da Alegria! Nós tínhamos vários discos e nos divertíamos a beça!

Tínhamos um casal de primos de portugueses, Thiago e Renata, que sempre brincavam conosco. Ele era alguns meses mais velho que eu, ela pouco menos de um ano mais nova. E uma das nossas brincadeiras consistia em fingir ser os integrantes do Trem da Alegria, dublando e dançando suas músicas.

Como Felippe era o caçula, ele sempre era o Juninho Bill. A Renata, por ser menina e ter cabelos claros, era sempre a Vanessa. Sobrava, então, pra mim e pro Thiago a disputa pra ser o Luciano.

Na verdade, era uma disputa pra NÃO SER A PATRÍCIA MARX. Não que não gostássmoes dela ou tivéssemos algum problema em representar um papel feminino... mas é que quem tinha o azar de ser a Patrícia TINHA QUE USAR UM CASACO DE MOLETON PRETO NA CABEÇA, PRA FINGIR QUE ERA O CABELO DELA! Lógico que, com minha sorte inexistente, a maioria das vezes quem perdia o par-ou-ímpar era eu! Isso só acontece comigo!

Mas até hoje tenho um carinho muito grande pela Patrícia Marx - já fui até no show dela e no camarim - e lembro dessa história às gargalhadas!