terça-feira, setembro 11, 2007

EU VOU DE ESCADA

A coisa está tão preta pra todo mundo que cada um se defende dos meliantes como pode:



Sim, pessoas! Isso, na foto, É UMA ESCADA PRESA A UMA PLACA DE SINALIZAÇÃO COM UMA CORRENTE DE BICICLETA! Eu achei isso tão engraçado que fui correndo em casa buscar a máquina fotográfica pra poder registrar pra sempre essa coisa tosca! Eu não mereço isso...

sábado, setembro 08, 2007

INDEPENDÊNCIA





Agosto passou, mas deixou rastro... será que é emenda de maldição do mês do desgosto com um princípio adiantado de inferno astral? Porque esse início de setembro também não anda nada agradável!

É que, afora algumas pequenas decepções de ordem pessoal e uma perspectiva de cortes nos salários (incluindo o meu), não viajei pra Cabo Frio pra poder prestigiar o casamento de uma amiga aqui no Rio. Até aí, nada muito sofrido.

Mas o martírio começa: a maioria dos meus amigos está fora do Rio. Quem ficou por aqui, ou tava ocupado ou tava 'casado'. Ou seja, fiquei abandonado!

Daí, resolvi confraternizar com outros amigos solteiros como eu e caímos na noitada na quinta. Só que, daí, nessa sexta, dia da independência de nosso país, percebi o quanto somos extremamente dependentes de contatos: fiquei sem internet e sem telefone em casa.

Tudo estaria mais ou menos salvo em termos de manter contato porque eu ainda tinha o meu celular. Reparem bem no verbo: TINHA! Fui à praia com um dos poucos amigos disponíveis e, num dado momento de distração, ALGUM FILHO DA PUTA ROUBOU MEU CELULAR! Muito ódio nesse meu coração gelado!

Isso só acontece comigo: sozinho, ilhado e incomunicável num feriadão! De jeito que as coisas andam, já estou começando a querer que 2007 acabe logo!

domingo, setembro 02, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 08

Agosto acabou - finalmente - e, é claro, algo tinha que dar errado.
Fiquei sem internet justamente no dia 31/08, o tal do BLOG DAY.
E, é claro, dia de mais uma das Músicas para Wanessa Camargo!


Muita mágoa de cabocla!

Tem uma música da Christina Aguilera que me toca profundamente. Gosto da interpretação dela, um vocal forte com um instrumental suave, quase um piano-e-voz... por isso, até me doeu botar Wanessa Camargo numa versão dessa canção, mas... lá vai:

MAGOADA
(uma versão de "Hurt", música sofrida da fantástica Christina Aguilera).

Parece que foi ontem, a última vez
Que vi seu rosto triste, quando eu te deixei
Se então eu soubesse
O que hoje eu sei
Ooh ooh

Me jogava nos teus braços
E afastava toda a dor
Esquecia os nossos erros
Viveria o nosso amor

Eu faria de um tudo
Pra poder mais uma vez
Ouvir a sua voz
Me chamando de 'meu bem'

Ohh! Me desculpa por culpar você
Por tudo o que eu não fiz por mim
E eu me magoei ao ferir você

Às vezes fico tão down, mas eu não assumo
E só quero me esconder, pois já te perdi
É tão duro desistir
Eu te quero só pra mim
Oooh

Vai mostrar onde eu errei?
Me ajudar a compreender?
Vai olhar bem os meus passos?
Se orgulhar de quem me tornei?

eu faria de um tudo
Pra poder mais uma vez
Olhar bem nos seus olhos
E você corresponder

Ohh! Me desculpa por culpar você
Por tudo o que eu não fiz por mim
E eu me magoei... ooooh!

Se eu pudesse, outra vez,
Te dizer o quanto que eu te amo
E te quero, meu bem

Ooh
Já não dá mais
Pra tentar outra vez
O passado é passado, já se acabou...

Ohh! Me desculpa por culpar você
Por tudo o que eu não fiz por mim
E eu me magoei...
... ao ferir você!


* * * * *

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

quinta-feira, agosto 30, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte final






Sei que, depois de encarar uma canjica estragada, deu meu dia por encerrado!
Pegamos nossos trapinhos - leia-se MUITOS papéis e documentos - e, novamente, fomos nós, eu e Rejane, debaixo de chuva, espremidos embaixo de UM guarda-chuva, pulando poças e poças de lama. Vencemos novamente as duas ladeiras modorrentas e rumamos para o ponto.

Ainda tínhamos que ir pro Centro do Rio pois, além desse martírio todo, ainda iríamos encarar 4 horas de aula - aula chata dá sensação de tempo mais lento: a cada 15 minutos parece que se passou 1 hora - com uma professora com um cabelo tão duro que lembrava uma cabeça de playmobil!

A canjica estragada deve ter feito a gente raciocinar melhor: resolvemos ir de trem. Eu tava tenso, porque nunca tinha andado de trem antes, ficava imaginando aqueles cacarecos velhos que eu via no Jornal da Globo no fim dos anos 1980, com pessoas praticando 'surf ferroviário' na linha que vai pra Japeri! Mas o trem até que era legal, parecido com os carros do metrô. Fiquei achando que todos eram assim - ledo engano, Leda Nagle: Rejane, habitante de Caxias, me disse que trens bonitinhos são exceção e que pra baixada são os trens que eu via no Jornal da Globo no fim dos anos 1980...

Afora os 30 minutos de espera na estação, o trajeto foi tranqüilo, exceto por uma infestação de vendedores ambulantes. Era incrível: a gente não passava 5 minutos sem ser importunado por algum deles. E vendiam de tudo: linha, agulha, chocolates, balas, canetas, compasso, transferidor, fita métrica, azeitona, lixas de unha, cola quente, biscoito de polvilho, borrachinhas coloridas, cartões diversos, mãe, drogas, livros, bolsas. Só não vendi uma bosta dum ESTÁGIO DECENTE! Garanto que comprava uns dois pra mim e pra Rejane!

O bom do trem foi que nos possibilitou chegar mais cedo no centro do Rio. Com isso, eu me minha amiga fomos passear no CCBB. Tinha uma exposição beeeeeeeeeeeem legal, sobre a arte na China contemporânea. A gente viu a exposição e, é claro, não podia deixar de pagar mico...

... pra começar, entramos num corredor imenso, achando que tinha umas salas de exposição, mas fomos acabar parando NA PORTA DO BANHEIRO!

Numa das outras salas de exposição, ficamos disfarçando enquanto seguíamos um grupo de turistas, que fazia uma visita guiada, só pra ouvir as explicações da guia!

Pior foi quando já tínhamos visto metade da exposição e um segurança me barrou, dizendo que eu não podia circular pelas salas da exposição com uma mochila nas costas! Isso só acontece comigo! Nenhum outro segurança tinha me barrado, até então. E o mais escroto é que ninguém - seguranças, guias e atendentes - sabia me explicar porque raios não se pode andar com uma droga de uma mochila xexelenta numa exposição!

(O engraçado é que pode andar de bolsa, de pochete, de maleta ou mesmo de mala... vai entender!)

Por fim, nos dirigimos para a aula e encaramos nosso sofrimento, não sem antes contar todo esse martírio pros nossos amiguinhos de sala...

... e vocês perguntam: MAS E O ESTÁGIO?
Quer saber? Nem aceitei! Ia dar muito trabalho, eu não ia ter companhia, nem motivação. No fim das contas, arranjei outro mais interessante (mas isso é outra história)!

segunda-feira, agosto 27, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte 3





Percebam:
Eu saí do trabalho direto pra FAETEC de Quintino, às 12h05 em ponto!
Quando eu finalmente entrei na FAETEC, já eram 14h15.
Quando saímos da coordenação de estágio, já eram quase 15h.

Só aí que pudemos levar mais 10 minutos pra achar a cantina do lugar (e outros 5 pra eu finalmente decidir o que ia comer, dentro da quantidade limitada de comida que havia sobrado).

Foram praticamente 3 horas de sofrimento e martírio: cansado, com fome, com medo de trajeto, com frio e, ainda por cima molhado!

Meu humor não estava dos melhores.
E, pra completar, eu tava de olho na canjica que a Rejane tinha pedido...mas quando ela chegou, descobrimos da pior maneira que ela estava estragada: provando!

Sim, crianças, NÓS COMEMOS CANJICA ESTRAGADA. Isso só acontece comigo... e com a Rejane! Pelo menos o povo da cantina, quando fomos reclamar que a canjica tava ruim, nos deixou trocar aquilo por algum outro doce...

(ainda falta mais um!)

quarta-feira, agosto 22, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte 02






E o ônibus não chegava nunca em seu destino!
Muito menos no MEU destino!

Mas, enfim, depois de mais de uma hora dentro do ônibus, o coletivo parou no ponto que nos indicaram... esse tal ponto ERA DO LADO DA ESTAÇÃO DE TRENS, o que teria encurtado nossa viagem para apenas 20 minutos!

Pensam que o sofrimento acabou? Claro que não! O ponto - e, conseqüentemente, a estação de trens - era próximo da FAETEC, sim. Mas era preciso transpor DUAS LADEIRAS ÍNGREMES PARA CHEGAR LÁ.

E fomos nós, eu e Rejane, debaixo de chuva, espremidos embaixo de UM guarda-chuva, pulando poças e poças de lama, pisando no chão de terra batida. Vencemos a primeira subida e lutamos pra não escorregar na primeira descida.

A segunda ladeira era menor, mas bem mais íngreme. E lá fomos nós novamente, eu e Rejane, debaixo de chuva, espremidos embaixo de UM guarda-chuva, pulando poças e poças de lama, pisando no chão de terra batida, ao som de um estimulante funk que tocava numa barraquinha de lanches no fim da ladeira.

Meus olhos famintos cobiçaram profundamente aquelas coxinhas xexelentas, aqueles pastéis murchos, aquelas empadinhas rançosas... tudo parecia apetitoso demais, devido ao meu prolongado jejum. Mas a pressa era grande e rumamos logo pra FAETEC.

Depois daquela burocracia básica de mostrar identificação, pegar crachá e pedir informações, entramos na FAETEC de Quintino. O lugar assustava um pouco, meio que parecia um presídio ou prédio de instituição correcional. Talvez isso tenha contribuído pra gente achar o clima pesado. Mas pode ter sido a minha fome com meu mau-humor e o dia estar chuvoso... Inclusive, depois disso, descobrimos que o prédio dessa unidade da FAETEC tinha sido, em tempos remotos, um prédio da FUNABEM.

Rodamos por váááááários minutos sem fim dentro da FAETEC, até finalmente acharmos a tal Coordenadoria de Estágios, que ficava no prédio da Direção. E, lá, tivemos que ficar esperando ser atendidos. Na sala de espera, tínhamos que lidar com as recepcionistas, muito cafoninhas. Uma delas chamou muito a minha atenção, não só por ser alta, loira, de longos cabelos crespos e profunods olhos azuis, mas sobretudo por suas sobrancelhas... ELAS NÃO EXISTIAM E TINHAM SIDO DESENHADAS COM LÁPIS DE OLHO! E, o pior: elas não seguiam o suave desenho das órbitas da garota, MAS ERAM UM RISCO RETO E GROSSO EM CIMA DOS OLHOS, COM UM SEGUNDO RISCO QUASE PERPENDICULAR E MENOR AO FINAL DELAS! Digno de filme de terror!

Enfim, dentro da Coordenação de Estágios, conversamos com uma das coordenadoras, ela avaliou nossos casos. Pra Rejane, ela foi enfática: não tinha vaga pra ela! Pra mim, as opções eram deliciosas: escolas distantes, de acesso remoto, com possível dominação de traficantes. Definitivamente, isso só acontece comigo! Eu ficava me imaginando numa dessas escolas, a noite, tendo que lecionar sociologia pra pessoas que não sabem o que é viver realmente a cidadania... fiquei arrasado! Mas, por fim, selecionei uma das menos piores e peguei a carta de recomendação. Na verdade, tudo o que eu queria era sair correndo de lá!

domingo, agosto 19, 2007

TUDO PARA FICAR COM ELE... O ESTÁGIO!
parte 1




Como meus queridos leitores sabem (ou deveriam saber), eu voltei a estudar. E o curso é uma espécie de licenciatura. Assim sendo, abarca uma exigência terrível: ESTÁGIO DE DOCÊNCIA. Sim, fofuras, eu tenho que estagiar ministrando aulas! De Sociologia! E nem é pouco tempo, não: são 340 horas/aula!

Vocês, como bons brasileiros que são e bons estudantes que foram (ou ainda são), devem saber que a Sociologia, dentro dessa sociedade capitalista selvagem regida pelo paradigma cartesiano, é uma disciplina considerada de pouca utilidade. Somente há alguns anos é que se tornou disciplina obrigatória das grades escolares, mesmo assim dividindo sua importância com a Filosofia. Com isso, não são muitas as escolas que têm em sua grade aulas de Sociologia. E, então, não é fácil achar um estágio nessa área. Porque, se não fosse assim, tudo seria belo e fácil, minha vida ia ser uma delícia e esse blog não existiria.

Daí que, em maio, uma moça muito simpática da FAETEC foi nos visitar em uma de nossas aulas para nos falar sobre oportunidades de estágio na rede pública de escolas de ensino médio e profissionalizante. Yay! Ficamos todos de butuca ligada, esperando começar as inscrições para o tal estágio, na FAETEC ou em qualquer outra escola.

Enfim, depois de mais de um mês de espera, começou o período de inscrição - e o princípio do meu martírio.

Reuni a papelada necessária e, no último dia, resolvi encarar o desafio de ir me inscrever na FAETEC, junto com Rejane Reis, minha companheira de classe (ou melhor, de TURMA, porque CLASSE nenhum de nós tem). Já começou mal porque a inscrição era na unidade da FAETEC em Quintino (zona norte do Rio, longe bagarái).

Como eu não sabia nem como chegava lá, fiquei dependendo de ir junto com a Rejane, o que me obrigou a pegar uma condução a mais: 30 minutos de metrô para a Tijuca (zona norte do Rio, que acha que é zona sul chique).

Saí do trabalho no horário do almoço, já com a intuição de que não iria voltar. Pra não atrasar muito a Rejane, resolvi não almoçar, deixando pra comer alguma coisa quando chegássemos na FAETEC de Quintino. Afinal, na minha cabeça inocente, eu levaria no máximo 1 hora pra chegar lá. Ledo engano, Leda Nagle.

Chegando na Tijuca, encontrei não só a Rejane, mas também uma chuvarada maldita. E eu sem guarda-chuva! Legal! Nos esprememos debaixo da sombrinha (inha! inha! ê! ê ê!) da Rejane e ficamos 20 minutos esperando o ônibus aparecer.

Entramos correndo no ônibus e levei séculos até conseguir tirar todas as moedas do meu bolso pra pagar a passagem. Conseguir sentar não foi uma tarefa fácil, mesmo com o ônibus quase vazio: a maioria dos lugares estava molhada de água da chuva, porque as pessoas desse país não têm noção de como se fecha a porra de uma janela de ônibus, sobretudo em dias de chuva.
No ônibus, conversávamos animadamente, porque a Rejane é uma pessoa engraçada, divertida mesmo. E nessa de papo-vai-e-papo-vem, a chuva ficou cada vez mais forte e, num dado momento, o ônibus deu uma freada brusca.

Resultado: toda a água que estava concentrada da pequena calha acima da janela resolveu escorrer com força. E, é claro, ela tinha que escorrer com fúria e força para dentro do ônibus, justamente pela pequena fresta de janela aberta AO MEU LADO! Isso só acontece comigo: cansado, com fome, com medo de trajeto, com frio e, ainda por cima, molhado!

(continua)

terça-feira, agosto 14, 2007

PUSH





Acabei de ouvir numa chamada do Jornal da Globo que a tal juíza Mônica Labuto vai ser penalizada (pode até perder o cargo) por sua 'desobediência' ao horário de trabalho...

Depois, a gente pergunta porque as coisas não funcionam direito nesse país.

E não funcionam direito mesmo!
Hoje, voltando do supermercado com a Tati, topamos com uma viatura de polícia que, pra poder entrar em serviço, PRECISOU SER EMPURRADA PELOS POLICIAIS NA RUA! Eu não mereço isso! Mêda!

sábado, agosto 11, 2007

MAGISTRAL





Estava eu, hoje, sofrendo na Rodoviária Novo Rio, esperando meu ônibus pra Cabo Frio chegar, quando uma notícia no Jornal Hoje chamou a minha atenção pelos seus diversos graus de curiosidade.

A juíza Mônica Labuto faz jus ao seu sobrenome e não tem medo do trabalho pesado! Como responsável pela Vara da Infância e Adolescência, programou uma ação de fiscalização para a noite de ontem, para autuar estabelecimentos que permitissem a entrada de menores de idade. Assim, a juíza solicitou trabalhar até mais tarde no fórum de Madureira, depois do horário de fechamento, mas teve seu pedido negado, em função da falta de segurança no local.

Sem medo de labutar, a juíza Labuto simplesmente MONTOU UM ESCRITÓRIO IMPROVISADO DO LADO DE FORA DO PORTÃO DO FÓRUM. A mulher colocou mesinha, cadeira, laptop, pilhas de processos e ações e simpaticamente pôs a trabalhar na calçada, acompanhada apenas de um único policial que, num determinado momento, apareceu pra fazer sua proteção.

Achei muito insólito, sobretudo a cara do policial de "isso só acontece comigo"!
Digno de nota!

terça-feira, julho 31, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 07

É isso aí!
Nos 45 minutos do 2º tempo, tô aqui marcando presença: hoje é dia de mais uma das Músicas para Wanessa Camargo!

Eu nunca fui muito fã da Rihanna, acho que ela é meio fraquinha pra cantar. Mas acho que agora ela tá num bom momento, tá emplacando um monte de músicas nas rádios e nos programas de vídeo-clipes.


Olha como eu tô a cara da Rihanna!!

Assim sendo, Wanessa Camargo não podia ficar de fora e ganhou mais uma versão de outro sucesso de Rihanna:

SOMBRINHA
(uma versão de "Umbrella", nova música bombante da Rihanna).

(Rap)
Aham aham... Yeah Wanessa
Aham aham... Botando sempre pra quebrar
Aham aham... No três... Ação!
Sem nuvens no meu céu
Minha tempestade é clara como um véu
Limpa como o céu
As nuvens vem e a gente vai
Só dá nós
Nossa voz ecoa
Como a água escoa
Você sabe como eu sou
A antecipação antes da precipitação
Me preparando para o dia da chuva
Hey, hey, enquanto a chuva cai
Você é o raio de sol
Cadê você, Wanessa?

Meu coração
Eu entreguei na sua mão
No alto do meu céu
Você o grande astro solar
E na escuridão
Quando você não pode enxergar
É onde eu vou estar
Pro que você precisar
Porque...

A gente se joga de cabeça
Te prometi estar sempre perto
Um abraço certo de amiga
Então diga que está comigo nessa
Agora que tá chovendo a beça
Eu te digo "vamos nessa",
Vem pra baixo da minha sombrinha
Vem pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê ê ê ê)

Esqueça a fantasia, você nasceu pra mim
Você é parte de mim, pra sempre, até o fim
Quando a briga nos separar
Quando o mundo nos prejudicar
Vai ser nossa missão
Consertar o coração
Porque...

A gente se joga de cabeça
Te prometi estar sempre perto
Um abraço certo de amiga
Então diga que está comigo nessa
Agora que tá chovendo a beça
Eu te digo "vamos nessa",
Vem pra baixo da minha sombrinha
Vem pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê ê ê ê)

Vem correndo pros meus braços
Que eu desejo os seus abraços
Vem, vem pra mim
Isso não é o fim do amor
Deixa a chuva, então, cair
Serei seu tudo e muito mais...
E mais...
Porque...

A gente se joga de cabeça
Te prometi estar sempre perto
Um abraço certo de amiga
Então diga que está comigo nessa
Agora que tá chovendo a beça
Eu te digo "vamos nessa",
Vem pra baixo da minha sombrinha
Vem pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê)
Pra baixo da minha sombrinha
(inha inha ê ê ê ê ê ê)

Chovendo...
Oh, baby, tá chovendo
Oh, baby, vem pra mim
Vem, vem pra mim
Chovendo...
Oh, baby, tá chovendo


*****

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

sábado, julho 28, 2007

QUEBRA-BARRACO





E não é que, logo após eu entrar no ônibus, duas (nada) distitas jovens senhoras arrumaram o maior barraco com o motorista e a equipe de venda de passagens?

Foi difícil distingüir, no meio de tantos gritos e impropérios das batráquias, o motivo da confusão. Mas meus ouvidos atentos puderam trabalhar bem. Pelo que entendi, elas fizeram confusão com os horários e acabaram perdendo o ônibus das 19h. E queriam embarcar de qualquer jeito no ônibus das 19h20, que estava cheio até o talo!

Por mais que o povo da auto-viação argumentasse que não daria pra elas entrarem no referido ônibus, elas estavam irredutíveis e bem agressivas. E todo mundo juntando em volta pra ver como o problema ia se resolver.

Por fim, dois dos funcionários da empresa que viajariam nesse ônibus cederam os lugares pra elas e se prontificaram a pegar o ônibus seguinte, das 19h40...

... antes não tivessem cedido, porque as malditas foram exatamente ATRÁS DO MEU BANCO! E passaram a viagem toda reclamando e falando alto e xingando e, é claro, atrapalhando meu sono! E o pior de tudo é que a o bate-boca atrasou tanto a partida do ônibus que ele saiu quase na hora do ônibus seguinte... Isso só acontece comigo!

segunda-feira, julho 23, 2007

MEIO DESLIGADO





Depois de ter pago dois micos memoráveis num único dia, nada me restava a não ser juntar os meus trapos e partir de Cabo Frio, retornando ao Rio no domingo a noite.

Cheguei na rodoviária e, pra variar, o ônibus que eu costumo pegar estava lotado! Tive que comprar passagem para o ônibus seguinte, que saía 20 minutos depois. Somando-se isso aos 30 minutos de antecedência com que cheguei na rodoviária, eu teria, das 18h30 às 19h20, (des)agradáveis 50 minutos de espera.

Saquei meu livro na bolsa e comecei a ler. Às 18h55, começou a movimentação para entrada no ônibus com partida às 19h. E eu, me roendo de inveja, resolvi laçar meu olhar mais viperino a todos que entrariam naquele ônibus. Para minha surpresa, o primeiro da fila era meu amiguinho Markitu!

Fechei o livro e fui andando em direção a ele. Chamei seu nome uma, duas, três vezes e... nada! Gritei seu nome e... NADA! As pessoas na rodoviária já me olhavam como seu eu fosse mais lunático do que já aparentava e eu, morrendo de vergonha, gritei estridentemente "MARKITUUUUUUUUUUUUUUUUU" e, finalmente... NADA! ELE ENTROU NO ÔNIBUS SEM NEM TER ME VISTO! E eu fiquei lá, na rodoviária, com cara de tacho, todos me olhando e pensando que teria que enfrentar esses olhares por mais 25 minutos! Isso só acontece comigo!

Só perdoei o amigo pela falta gravíssima porque ele estava com fones de ouvido...
E já rimos muito dessa situação bizarra!

quinta-feira, julho 19, 2007

TROCA DE ESPOSAS





E como eu não me canso de mandar a bola fora, eu tinha que aprontar mais uma.

Após a festa do casamento, fui com minha prima Viviane dar uma volta pelo Canal e catamos uma lanchonete pra ela poder comer algo. De lá, seguimos pra boate Eleven, onde encontrei uma galerinha legal: Beta Gallo, Renata Cardoso e Zezinho do Carmo.

Zezinho, como de costume, estava animadíssimo dançando muito e rindo a toa! E lá fui eu, falar com ele e com sua namorada. Depois de um tempão conversando com ambos, me toquei que EU ESTAVA O TEMPO TODO ME REFERINDO À GAROTA PELO NOME DA EX-NAMORADA DO ZEZINHO! Isso só acontece comigo, pra rachar a minha cara de vergonha!

segunda-feira, julho 16, 2007

A MÃE DA NOIVA





Esse fim de semana em Cabo Frio foi meio I.S.A.C. demais, até mesmo pra mim!

Fui pra Cabo Frio, entre outros motivos, por conta de um casamento. Uma prima distante se casou no sábado e, como bom parente, fui prestigiar o evento. Até porque, tenho um carinho muito grande pela mãe da noiva, prima de minha mãe e com uma trajetória bem semelhante à nossa.

Estava eu, feliz de minha vida, na recepção. Ainda nem tinham começado a servir os canapés, mas as bebidas já estavam rolando. Me servi de um coquetel de frutas sem álcool, muito gostoso por sinal! Nisso, a mãe da noiva, recém-chegada no salão de festas passa em nossa mesa. Depois de cumprimentar quase todos na mesa, ela vem em minha direção:

Mãe da noiva: - Oi, Andreh! Quase não acreditei quando sua mãe me disse que você vinha pro casamento! Fiquei tão feliz!
Andreh: - E você acha que eu ia deixar de prestigiar esse momento tão importante pra você? Vem cá me dar um abraço!

Eu sou uma pessoa abraçativa, tá! E, é claro, no que me levantei para abraçá-la, consegui a façanha de derrubar minha taça de coquetel de frutas no chão. O desastre, por si só, já seria vexaminoso. Mas como tudo pode sempre piorar - e muito - a taça não só caiu e se quebrou em váááááários pedaços, com também molhou minha calça toda, parte da calça do meu irmão Daniel e, de lambuja, AINDA SUJOU UM PEDAÇO DO VESTIDO DA MÃE DA NOIVA!

Andreh: - Ay, caramba! Isso só acontece comigo!
Mãe da Noiva: - Nem esquenta, dizem que isso é sinal de sorte!

Tá, tia... eu vou acreditar só pelo seu bom humor ao lidar com esse micaço!

quinta-feira, julho 12, 2007

MAIS UMA DE COLETIVO





Daí que meu amigo Caju estava contando da má sorte, no retorno ao Rio de um final de semana agradável em Teresópolis. Como era feriado - esse último feriadão que teve, Corpus Christi - ele conseguiu a últim passagem para o ônibus no horário que ele costuma vir.

E como era a última vaga, pro azar dele, era também a últiam cadeira, no fundaralhaço do ônibus.

Como era lá no final mesmo, a cadeira dele era ao lado do banheiro. Se acharam que a sorte dele não era das piores quando constataram que o assento dele era na janela, ledo engano Leda Nagle: na cadeira ao lado, do corredor, SENTOU UM CRA GORDARALHAÇO, daqueles beeeeeeeem espaçosos. Pra piorar, a cadeira da frente dele estava toda reclinada.

Agora, imaginem a situação do pobre Caju: no fndo do ônibus, sofrendo em cada quebra-mola/redutor de velocidade, espremido pela parede do ônibus, pelo banco da frente e pelo gordo opressor e, ainda por cima, enfrentado o fedor terível da movimentação intensa do banheiro do ônibus... ele não estava certo quando pensou: 'isso só acontece comigo'?