quinta-feira, dezembro 06, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 10

Gente!
Já estamos em dezembro e não fiz mais nenhuma versão?
Ninguém mais sente falta das Músicas para Wanessa Camargo?


É claro que não sentiram falta! Tô na mída, bem!


O bom é que meu amigo Rafa não esqueceu nossa devoção mensal ao talento vocal(?) de nossa cabeçudinha e nos proporcionou uma versão de um hit bombante. Em suas palavras:

Wanessa Camargo, depois de adaptar diversos hits para o português, resolveu expandir sua carreira sempre crescente para o resto do mercado latino, lançando o sucesso "Paraguas" em Portunhol - com participação especialíssima de Marcelo D2!
Nesta letra, vemos uma Wanessa Camargo que luta contra alguns quilos a mais pelo amor de seu macho, que a abandonou por outra, apelando até para barbitúricos e práticas religiosas em sua batalha/vingança.

Confiram:

PARAGUAS
(mais uma versão de "Umbrella", da onipresente Rihanna).

Aham aham (Wanessa!)
Aham Aham (manda aê)
Aham aham (dou-lhe três... valendo!)
Aham aham

Não tem caô nesse negó...
Deixa ir
Eu mando letra pra dama
E ela manda pros aspone
E eles babam nela (ê ê)
ela já tá alta de éter
E quer se vingar do mané
Mal tá de pé
diz aí
Antecipação e precipitação
ela é impulsiva e quer se colocar (ê ê)
Alguém aí tem remédio pra ansiedade?
Pode até ser Lexotan
Wanessa, tu tá bem?

Yo me enamoré
No quiero me separar
Me gané uns quilos, sí
ya no puedo más gastar
Porque en el escurecer
yo tomo Xenical
quiero emagrecer
para pegar usted
porque

Cuando faço chá
És chá de hiervas
Tomo para emagrecer
sé que no me quieres más
tomo todas
ya estoy loca en el bar
ahora llove más que nunca
sé que tienes una otra
pongate bajo mi paraguas
pongate bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê

Yo soy fácil asi
pero si no tens a mi
Pego una entidad
ruedo mi bahianidad
la mama babalô-ritchá
si tan loca ya está
me dá unos tapas y ya
parece possuida está
porque

Cuando faço chá
És chá de hiervas
Tomo para emagrecer
sé que no me quieres más
tomo todas
ya estoy loca en el bar
ahora llove más que nunca
sé que tienes una otra
pongate bajo mi paraguas
pongate bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê

Tu puedes venir de allá
Eres gay no puedes negar
sale de aqui
no quiero ni saber de edy
nón nón
entón yo voy cheirar un pó
me voy bailar con un coióóóóó
óóóóó
porque

Cuando faço chá
És chá de hiervas
Tomo para emagrecer
sé que no me quieres más
tomo todas
ya estoy loca en el bar
ahora llove más que nunca
sé que tienes una otra
pongate bajo mi paraguas
pongate bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
bajo mi paraguas
aguas
aguas
ê
ê
ê
ê-ê

Y llove
Uh, baby, y llove
Baby entra en mí
baby entra en mí
y llove
y llove
siempre puedes entrar en mí
entrar en mí


* * * * *

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

sexta-feira, novembro 30, 2007

IT AIN'T OVER TILL IT'S OVER





Inferno astral é coisa pesada!
E mais brabo ainda que se está chegando aos 30...
Antes de chorar minhas lamentações de inferno astral pré-balzaquiano, vou postar o email da Tati, minha amiga que acabou de chegar aos 30, que chegou ao meu correio na última terça:

"Estou aqui de bem com a vida, porque amanhã tem paralisação, e minha chefe ainda meu deu folga na quarta e na quinta! Tudo para que eu tenha um dia de aniversário feliz. Eu pensando: 'Inferno Astral mais tranqüilo ever'. Tudo bem que clonaram meu cartão de crédito e eu vou ficar sem ele justo na semana em que preciso. No entanto, poderia ser pior, poderia ter que arcar com os gastos e tal.
Só que 'Seu Inferno Astral' gosta de lembrar que devemos ter cuidado... Fui atender ao telefone que fica no corredor e a gaveta do armário de arquivo que estava aberta caiu no meu pé. E ainda arranhou meu braço. E para completar o apoio de teclado - que é solto - também caiu junto!"

Se pensam que acabou?
Ledo engano, Leda Nagle!!

Saindo do cabelereiro, no dia de seu aniversário, por questão de centímetros, a Tati escapou de levar uma pedrada na cabeça! Sim, pessoas! Uma pedra enorme caiu de algum prédio, a poucos centímetros da Tati!

E como a gente sempre acha que finalmente o universo parou de conspirar contra nós, ontem, um dia depois do aniversário da Tati, EU E ELA FICAMOS PRESOS NO ELEVADOR DO MEU PRÉDIO! Isso só acontece comigo!! É a grande lição da semana: nunca duvide do poder do inferno astral!!

domingo, novembro 25, 2007

PIRA





Em minha visita a Floripa, não só revi minha querida amiga Piggy - lá, ela é Chris! - como conheci várias pessoas super-legais e divertidas, do círculo de amizade e convívio da minha amiga!

Uma dessas pessoas é a Patrícia, uma fofa de marca maior! Inteligente e simpática, Patrícia com o namorado, o Michael, e com um gato, chamado Piragibe.

O gato, por conta do nome grande e do carinho dos donos, tem vários apelidos, tais como Pira ou Pirinha. Mas o Michael, muito sacana, apelidou o bichano de... PIROCA!

A Patrícia achou o apelido tão criativo que só chamava o felino de Piroca, o tempo todo... O engraçado é que ela chegava, da entrada do prédio, e ficava gritando bem alto: PIROOOOOOOOOOOOOOCA! Ô, PIROOOOOOOOOOOCA!

Só depois de muito tempo é que o Michael viu/ouviu esse hábito da Patrícia e a repreendeu... E FOI NESSE DIA QUE A PATRÍCIA DESCOBRIU O QUE SIGNIFICAVA A PALAVRA 'PIROCA'. Afinal, uma moça de família nem imaginava que esse apelidinho fofo fosse algo de significado tão, digamos, fálico!

Aposto que a pobre Patrícia ficou pensando: "isso só acontece comigo"!

quinta-feira, novembro 22, 2007

TEMPO TEMPO TEMPO MANO VELHO





Daí que eu resolvi viajar no feriadão pra Florianópolis.
Foi, na verdade, uma conjunção de vários fatores: a passagem aérea estva relativamente barata, comprada com antecedência numa promoção, aliada a uma necessidade de visitar uma amiga que amo demais e que eu não via há 3 anos e, por fim, minha vontade de conhecer o sul do país.

O mais legal de tudo é que a besta aqui se programa, com quase 3 meses de antecedência, pra ir a um BALNEÁRIO e simplesmente esquece de levar SUNGA e CHINELO!!

Minha primeira providência, ao chegar em Floripa, foi passear pelo comércio local em busca desses itens indispensáveis pra uma vida de 5 dias num balneário. Depois de muita pesquisa, centenas de metros percorridos, finalmente achei uma belíssima sunga vermelha e um par de havaianas bonitas e modernas por um preço razoável.

Eu já me encontrava devidamente preparado pra encarar uma boa praia em Floripa... SÓ QUE CHOVEU O TEMPO INTEIRO! Por todo o feriadão, emendado com o fim de semana, o tempo ficou nublado e/ou chuvoso e o sol só foi aparecer no meu penúltimo dia por lá! Isso só acontece comigo!

domingo, novembro 18, 2007

BRAZILIAN WAX





Por uma incrível coincidência, justo no dia em que postei uma história 'cabeluda' do meu irmão, a Naka me mandou um email que tem, digamos, uma grande afinidade com o assunto:

"A cada quinze dias eu me dou um Dia de Princesa, tipo aquele programa do Netinho. Manicure, pedicure, limpeza de pele, retoque nos cabelos, drenagem, essas coisas todas. E o principal: depilação. Mas daquelas bem radicais mesmo - não preciso explicar, né?

Então. Tânia, minha querida depiladora, sucumbiu à moda tigresa e aderiu à moda das unhas postiças de porcelana. As delas eram enormes, lindonas, pintadas de branco. E lá estava ela, meio desajeitada, puxando a cera toda do meu ser. Chegou a hora de retirar os pelos da virilha. Tânia gruda aquela cera megaquente em mim. Na hora de retirar aquela craca toda, a cera não saiu. Pelo contrário. A UNHA DELA FICOU COLADA EM MIM!! E o toquinho de unha verdadeira se DESCOLOU da carne do dedo. A bicha urrava de dor e não conseguia retirar o dedo - nem a cera, nem a unha - do meu ser. A mulher berrava tanto que a dona do salão teve que acudir. Arrancou a cera com tudo e a unhona foi junto. A coitada da Tania foi parar no hospital e eu inaugurei a onda da semidepilação - um lado liso, o outro peludo! ECA!!! Isso só acontece comigo!!"

Bem que me disseram que a beleza exige sacrifícios, mas não sabia que eram tantos...

quarta-feira, novembro 14, 2007

PELLO MENOS





Essa história tem uns 10 anos...
Aconteceu com meu irmão Felippe, quando ele estava no Ensino Médio.
Ele estudava com uma menina muito maluca, prima de uma amiga nossa!
Certo dia, estava Felippe andando no corredor da escola quando a avistou de longe. Antes que ele conseguisse escapar, ela o viu, abriu um sorriso meio demente e gritou alto: "Felippe, me esperaaaaaaaa"!
Fazer o quê? Ele esperou. Ledo engano, Leda Nagle!

Ela veio andando na direção dele, num passo lento que, se fosse uma pessoa relativamente normal, pdoeria ser considerado meio sensual. Ela trazia as mãos escondidas, nas costas e um olhar de maluca tentando ser sexy. Falou ao ouvido dele: "tenho uma surpresa pra você... fecha os olhos e abre as mãos"!

Como não se contraria gente maluca, ele assim o fez.
E ela depositou nas mãos do meu irmão um presentinho: TRÊS PÊLOS PÚBICOS, RECÉM-ARRANCADOS, DE SUA INTIMIDADE!
E saiu correndo e rindo, deixando Felippe lá, prostrado no corredor, com pentelhos na mão, pensando: "isso só acontece comigo"!

sábado, novembro 10, 2007

AMARGO REGRESSO
parte 03





Na recepção, tudo tranqüilo.
No caminho de volta pro hotel, mais um passeio por Volta Redonda - sim, a gente meio que se perdeu de novo!
O mais bizarro foi que o Germano, turista incidental, entrou numa rua na contramão... quando estava desfazendo o erro, ainda teve que aturar desaforo de um babaca local que gritou pra ele: "mais errado, impossível, hein"!
Como se todo mundo fosse obrigado a saber quais ruas NÃO SINALIZADAS DEVIDAMENTE são de mão única ou não...

Daí, nos jogamos na cama e dormimos... mal!
O hotel ficava quase colado nas linhas de trem.
E os trens de carga passavam por elas a madrugada inteira.
Muito legal dormir com essa barulheira toda!

Deixamos Volta Redonda no domingo, logo após o café, por volta das 11h30.
O caminho de volta foi tranqüilo, sem chuvas, sem impedimentos de quaisquer ordem.

Mas como nada pode passar tão impune em minha vida, eu sabia que algo estava pra acontecer... e quando esse pensamento cruzou minha mente, a luz da bateria se acendeu no painel. Paramos num posto de gasolina na estrada, pra verificar se havai algo de errado com a bateria - recém-trocada, diga-se de passagem - e não havia nada!

Seguimos viagem, mas fomos perdendo os nossos confortos aos poucos: som, ar condicionando, vidros elétrico... parecia que, aos poucos, o carro estava morrendo.

Acham que tá ruim? Calma, que vai piorar. fazia um calor senegalês e todo mundo parece que resolveu ir à praia. E o túnel Rebouças ainda estava fechado. Assim, todos os nossos acesso à zona sul, de volta pra casa, estavam engarrafados. Sei que, quando chegamos à Praia do Flamengo, o inevitável aconteceu: o carro morreu!

Agora, acompanhem bem a nossa situação: CANSADOS, SONOLENTOS, COM FOME, NUM CALOR DANTESCO, DEBAIXO DO SOL, PARADOS NA PRAIA DO FLAMENGO COM O CARRO ENGUIÇADO! Isso só acontece comigo (... e com o Germano, o Caju e a Cláudia). ainda ficamos uns 40 minutos por lá, com o carro empurrado pra cima de uma calçada, esperando o mecânico chegar.

Com o problema semi-resolvido, seguimos de carro mais alguns metros, até que o veículo resolveu morrer de vez. Por mais que eu seja bom samaritano, fui-me embora de ônibus com o Caju, enquanto o Germano e a Cláudia ficaram por lá, esperando o reboque - ela prometeu ficar com ele, na alegria e na tristeza, não fui eu quem fez essa promessa!

Por fim, numa viagem que deveria ter durado, em todo o trajeto, no máximo umas 2 horas e meia, me fez chegar em quase somente às 17h! E o pobre do Germano, ainda está enrolado com problemas do carro até hoje...

segunda-feira, novembro 05, 2007

I'M NO SUPERMAN
parte 02






Depois de muito atraso, deu tempo do Germano almoçar antes de encontrar a gente. E quem conhece o Germano já sabe que ele se tornou uma espécie de 'conceito' em termos de vagarosidade no ato de alimentar-se! Inclusive, em todo almoço, a gente diz que a última pessoa a acabar de comer é o 'Germano do dia' - na maior parte das vezes, é o próprio Germano...

A viagem transcorreu sem problemas, exceto por um pé d'água de 25 minutos que quase nos impedia de ver 2 palmos a frente do carro. Chegamos em Volta Redonda e até achamos a cidade bonitinha.

Por fim, depois de nos perdermos rapidinho, conseguimos achar a entrada muito escondida do hotel. O Atadolfo tinha falado tão mal desse hotel que a gente estava pensando que ia se hospedar num misto de Bates Motel com "Um dia a casa cai"! Mas, depois que entramos, de certo modo essa impressão foi desfeita.

O que matou a nossa estadia foi a chegada. Aparecemos no hotel por volta das 16h e HAVIA UM IMENSO LAGO DE LAMA NA ENTRADA DO HOTEL, bem perto do balcão da recepção. A gente tinha que pular a lama pra entrar e sair do hotel. Ao menos não era uma lama de chuva, e sim da faxina das escadarias e da recepção.

Daí, os quartos foram distribuídos e eu, com essa minha sorte madrasta, FUI JOGADO NUM QUARTO QUE TINHA UM DELICIOSO ODOR DE MOFO REPRESADO DESDE A ÉPOCA DOS INCAS! Isso só acontece comigo, que sou muuuuuuuuito alérgico! Óbvio que fui na recepção brincar de pular poça de lama e pedir pra trocar de quarto...

Na verdade, como era um sábado, acho que era dia de faxina em toda a cidade. É que, por votla das 17h, fomos dar uma voltinha pelos arredores do hotel e TODOS OS PONTOS COMERCIAIS ESTAVAM SENDO LAVADOS! Tá, a maioria desses estabelecimentos eram salões de cabeleireiros/barbeiros/manicures/pedicures/esteticistas (todos na mesma rua, quase um do lado do outro), mas nem se justificava tanto gasto de água!

Por fim, rumamos pro casamento. O pai da noiva, na hora da entrada, derrubou um dos arranjos de flores da decoração do caminho da nave da igreja. E a música de saída dos noivos - a única escolhida pelo Atadolfo - foi O TEMA DO SPERMAN. Mas ficou bonitinho, tocada no violino e no piano...

E, é claro, nos perdemos no caminho pra recepção...

segunda-feira, outubro 29, 2007

ROAD TRIP
parte 01





Eis que meu amigo Atadolfo, que volta e meia manda histórias engraçadas pra esse blog, casou-se no último sábado! E eu, como bom amigo, fui prestigiar o casamento dele... EM VOLTA REDONDA! E, como não podia deixar de ser, aconteceu uma série de eventos bizarros!

Combinamos de ir eu e o Caju de carona com o Germano e sua esposa, a Cláudia. Encontraríamos Germano e Cláudia no centro do Rio por volta das 13h30. Para isso, combinei de encontrar o Caju no metrô de Botafogo às 13h, para irmos juntos pro Centro. E, para isso, instrui meu primo a me acordar umas 9h30 da matina, pra eu poder arrumar minhas coisas pra viagem. Tive que usar esse recurso porque não só não tenho um despertador como mue celular - que fazia as vezes de despertador - foi roubado e até hoje não comprei outro!

Bom, na noite anterior, eu tinha ido prestigiar outro casamento. Dessa vez, era o da minha querida amiga Cândida - que vai aparecer em outro post, brevemente! Cheguei em casa super tarde e só fui dormir às 5h da matina! Mas, às 9h30, estava eu guerreiramente de pé e arrumando minhas coisas pra ir pra Volta Redonda.

Mala pronta, olhei pro relógio da sala e vi: 10h25! Eu tinha tempo de sobra até às 13h, então, resolvi ver TV! Num dado momento, percebi que eu tava vendo TV no meu sonho e resolvi que ia tirar um cochilo. Lancei mão de um aparelho de celular antiqüíssimo que tenho guardado e programei-o pra despertar às 12h30, o que me daria tempo suficiente de enfiar dois biscoitos na mochila, me pentear e sair pra encontrar o Caju no metrô...

Acordo com o Michael batendo na porta do meu quarto, dizendo que o Caju acabara de ligar, comunicando que eu estava atrasado! Olhei pro meu celular pré-jurássico e vi: 12h10. Ainda reclamei com o Michael: "pô, a gente marcou 13h no metrô, ainda são 12h10, como posso estar atrasado". Ao que o Michael, rindo, respondeu: "já são 13h10".

A paca aqui simplesmente esqueceu que O CELULAR VELHO NÃO ESTAVA AJUSTADO PRO HORÁRIO DE VERÃO! Isso só acontece comigo! Levantei correndo, peguei tudo que podia e não podia e corri pro metrô, despenteado mesmo...

E isso foi só o início das provações!

quinta-feira, outubro 25, 2007

I'M ONLY HAPPY WHEN IT RAINS





Eu nem ia falar sobre essa chuva maluca que se abateu sobre o Rio de Janeiro, que fez o morro desabar a ponto de fechar o túnel Rebouças, que afundou a Praça da Bandeira, que alagou um porreiro de lugares e que deixou a Cidade Maravilhosa virando água (corredeira abaixo / inundando o mundo, vai correndo a água)!

Quando chove, é sempre problemático. Minha rua alaga com qualquer agüinha. Tenho a impressão de que se eu cuspir na rua, ela vai alagar! Quando chove mais forte, eu tenho que mudar o caminho pro trabalho: tenho que dar a volta no meu quarteirão quase todo! Já sabendo que, bem no caminho pro meu trabalho, a minha rua vira um rio caudaloso, decidi seguir por outro caminho. Só que, quando desci do prédio, todo pimpão e sorridente, percebi que minha rua estava toda tomada de água. TO-DA! A ponto de só se poder transitar muito brevemente em alguns espaços da calçada.

Tentei ligar pro trabalho, pra explicar que eu estava ilhado, que não poderia ir. Mas ninguém atendeu o meu telefone. Nem o telefone da mesa ao lado da minha. E o telefone da secretária estava eternamento ocupado.

Desencanei e comecei a agitar umas coisas já de casa mesmo. E pedi - sintam que peça do destino! - pra entregarem um garrafão d'água na minha casa. Daí, quando o entregador de água chegou, fiz o inusitado: pedi uma carona!

Agora imaginem a cena patética: EU, DENTRO DE UM CAIXOTÃO DE MADEIRA DE UMA BICICLETA DE ENTREGAS, AGACHADO, ABRAÇADO A DOIS GARRAFÕES DE ÁGUA VAZIOS, SEGURANDO MEU GUARDA-CHUVA! Isso só acontece comigo! Eu parecia o próprio ET, na cena da bicicletinha! Andreh, telefone, minha casa!

Mas a carona valeu: saí da rua alagada, dei uma mega-volta e em menos de 1 hora andando na chuva, cheguei no trabalho apenas com os pés e as pernas (até meia-coxa) molhadas. Foi muito legal passar o dia no trabalhando andando descalço naquele carpete ridículo...

domingo, outubro 21, 2007

PRESENTES





O dia 12/10 é feriado nacional, dedicado a N. Sra. de Aparecida, padroeira do Brasil. Além disso, é dia das crianças. E criança gosta de ganhar presentes, né?

Mas, quando criança, eu ODIAVA fazer aniversário dois dias antes do dia das crianças. E o motivo era simples: EU GANHAVA UM PRESENTE SÓ! Ou seja, se, durante o ano, uma criança de classe média baixa ganhava cerca de três presentes - NATAL, ANIVERSÁRIO e DIA DAS CRIANÇAS - eu só ganhava dois. Meus parentes safados sempre vinham no meu aniversário com um presente só e davam aquela desculpa manjada de que "é de aniversário e de dia das crianças"! Isso só acontece comigo (e talvez com todas as crianças que façam aniversário nas imediações do dia das crianças e do Natal)...

É claro que, em alguns casos, compensava mais o presente único e melhorzinho do que dois presentes fuleiros. Só que, como toda criança medianamente normal, eu preferia quantidade!

Mas sabe o que me dava uma raiva absurda? É QUE ERA MEU ANIVERSÁRIO, MAS MEUS IRMÃOS TAMBÉM GANHAVAM PRESENTES! Por ser perto do dia das crianças, tinha sempre que comemorar com eles, vê-los ganhando presentes no meu aniversário etc. Haja trauma!

quarta-feira, outubro 17, 2007

COMEMORAÇÕES





Eu não lembro de ter contado essa história, mas adoro me lamentar sobre ela...
É que, na minha época de Ensino Médio, eu fui a única pessoa que não teve festa de aniversário surpresa organizada pela turma (exceto, é claro, o povo que fazia aniversário nas férias.

Meu aniversário sempre cai perto do feriado nacional de N. Sra. de Aparecida, padroeira do Brasil. Por conta desse feriado, a nossa escola sempre organizava uma feira de ciências e a minha turma, um bando de nerds ávidos por notas altas, sempre participava das feiras, com projetos mirabolantes. Daí, todo mundo ficava tão ocupado com a feira que não dava tempo de organizar nada e acabávamos todos, no dia do meu aniversário, parando em algum trailer ou boteco. E eu não bebo!

Daí que, no último ano, as coisas iam ser diferentes! Estávamos com menos matérias e uma carga de estudos menor, quase todo mundo já tinha feito o estágio curricular obrigatório, tínhamos mais tempo livre. Assim, combinamos de adiantar bastante o projeto da feira e, na época da apresentação, estarmos bem livres, pra podermos fazer uma festinha no meu aniversário.

Eu estava animado, sabem?
Era meu último ano, eu amava aquela galera, sobretudo porque eles me aceitavam e me amavam, mesmo eu sendo estranho, gordinho, sem sobrancelha, de temperamento artístico e não gostando de Legião Urbana - praticamente um pária social! E nos nossos 4 anos juntos, eu tinha ralado pra organizar as festas de quase todo mundo, sem ter nenhuma pra mim!

A feira de ciências havia começado, acho que no dia 9/10. Havíamos combinado de fazer a festinha no dia 11/10, uma sexta-feira. Seria algo simples: sairíamos mais cedo da feira, compraríamos um bolo confeitado na padaria, alguns pães pra fazer torradas, material pra fazer umas pastinhas e muito refrigerante! Eu tava na expectativa, nem dormi direito no dia 10/10 (que eu comemorei muito en passant com o pessoal que morava comigo - e a dona da pensão, com seus vários filhos e netos e cachorros).

E eis que chegou a sexta-feira!
Levantei feliz, alegre e sorridente!
Tomei um banho revigorante e fui pra escola saltitante.
Lá chegando, veio a bomba: Renato Russo, vocalista da Legião Urbana, havia falecido. Todos ficaram tristes, com sua morte, inclusive eu. Não que eu gostasse de Legião Urbana ou do Renato Russo propriamente. Pelo contrário, eu detestava!

O que me abateu foi o seguinte: TODO MUNDO FICOU TÃO MAL E TÃO DEPRIMIDO COM A MORTE DO RENATO RUSSO QUE CANCELARAM A MINHA FESTA! Isso só acontece comigo: ser privado de uma comemoração porque um ídolo nacional morreu...

quarta-feira, outubro 10, 2007

MARCANDO O TERRITÓRIO





Então, pessoas... sabe-se lá como, hoje, 10/10, chego VIVO e (quase) inteiro aos 30 anos!
São 30 anos de uma vida relativamente bem vivida, apesar de seus altos e baixos.
São, também, 30 anos de momentos ISAC, que recheiam esse blog!
Yay!

É fato, nesses 30 anos de vida, muita coisa já me aconteceu.
Nem sempre acontecimentos alegres.
Mas nada que um pouco de bom humor e um post malcriado não resolvam, né?

Hoje, celebrando 30 anos de vida, vou contar algo estarrecedor: meu primeiro 'momento ISAC' aconteceu quando eu nasci!

Era uma segunda-feira nublada, em 1977.
Mamãe estava lá, deitadona, depois de muitas horas de trabalho de parto, varando a madrugada, fazendo uma força danada pra expulsar de seu útero um pequeno ser cabeçudo - eu!
Depois desse drama todo - primeiro parto dela - eis que eu saí!

E no momento clássico em que o médico levanta esta criança pelos pés, chorando, EU SIMPLESMENTE MIJEI... E MIJEI MUITO... E MIJEI EM TODO MUNDO: MÃE, MÉDICO, ENFERMEIRAS! Isso só acontece comigo! E esse destino tinha mesmo que ser meu!

sábado, outubro 06, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 09

Ok, pessoas, eu sei que estou atrasado há quase uma semana...
Demorei, mas aqui eu apresento mais uma das Músicas para Wanessa Camargo!


Já tava na hora de um novo hit!

Dessa vez, escolhi uma música de relativo sucesso, que fala sobre a atitude feminista de botar pra correr um homem safado. E, pra melhorar tudo, é um DUETO: resolvi botar Wanessa Camargo pra cantar(?) com sua sósia-gêmea-cabeçuda-taís-maléfica, a Pitty:


Acho uma honra cantar com essa vaca!



GATO SAFADO
(uma versão de "Beautiful liar", dueto feminista da independent woman Beyoncè com a minha querida Shakira).


(Ay)
(Ay)
(Ay, Ninguém gosta de ser enganada!)

(oh) Wanessa, Wanessa
(oh) Priscila, Priscila

Ele disse
Que eu era
Sua amada
(Me disse a mesma coisa, e agora eu tô passada)
E então, ele
Me beijou
Que Gato Safado
(E eu acreditando ser a sua namorada)
Nunca vou saber
Porque é sempre a mulher quem sofre
Vou deixar pra lá
Não é ele quem vai chorar

(Ay) Não vamos brigar
(Ay) E nem fazer drama
Por um Gato Safado
(Oh) Não tô rindo a toa
(Oh) Nem vou me abalar
(Oh) Nem vou criar caso
Por um Gato Safado

Eu acreditei
Que ele era só meu
E te vi com ele
(Comigo também foi assim, pode acreditar em mim)
E eu vigiei
Cada passo seu
Pra tentar entender
(Ele foi cruel comigo e também enganou você)

Nunca vou saber
Se esse sofrimento acaba
Vou deixar pra lá
Não vou mais chorar


(Ay) É questão de Karma
(Ay) Não vamos brigar
(Ay) E nem fazer drama
Por um Gato Safado
(Oh) Não tô rindo a toa
(Oh) Nem vou me abalar
(Oh) Nem vou criar caso
Por um Gato Safado

E como é que eu me livro
De toda a humilhação?
É por isso que eu digo:
Não me peça perdão!
A verdade é só uma:
Ele é um bundããão!

(oh) Wanessa, Wanessa
(oh) Priscila, Priscila

(Ay) É questão de Karma
(Ay) Não vamos brigar
(Ay) E nem fazer drama
Por um Gato Safado
(Oh) Não tô rindo a toa
(Oh) Nem vou me abalar
(Oh) Nem vou criar caso
Por um Gato Safado

* * * * *

Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

quarta-feira, outubro 03, 2007

COLETA SELETIVA parte 03





Como disse anteriormente, a minha empresa está investindo na coleta seletiva do lixo. Tem vários lixeiras específicas espalhadas pela sala e pelos corredores - só nos banheiros é que não são tão seletivas assim.

Mas isso acabou gerando uma série de dúvidas. Por exemplo: se eu usar um guardanapo para assoar o nariz, tenho que jogar no lixo de papel ou no de material orgânico? Se eu usar um copo de água para beber café, ele deve ser jogado na lixeira de copo de água ou copo de café? Pacote de biscoito é plástico ou lixo orgânico? Como a margarina difere em apenas uma ligação química de um saco plástico, ela é lixo orgânico ou é plástico? Se eu usar copo de papel pra beber suco de uva, ele deve ser jogado no lixo de papel ou no de copos de café?

Essas e outras perguntas são feitas a cada minuto, em situações as mais bizarras.
Porque as pessoas que trabalham diretamente comigo são muito engraçadas!

Mas o pior não é isso. Depois que todo lixo é jogado em sua devida lixeira, A FAXINEIRA QUE PASSA PRA RECOLHER O LIXO MISTURA TUDO NUMA MESMA SACOLA! Isso só acontece comigo! Não dá pra levar essa empresa a sério...

***

Tem DOIS posts em O Fantástico Mundo dos Nomes!
Vão lá, tipo, AGORA!