domingo, julho 08, 2007

PONTO A PONTO





Dia desses, tava sentindo uma dorzinha na região da cicatriz da minha cirurgia. Meu médico tinha falado que, mesmo depois de dois ou três meses, ainda é normal sentir dor, formigamento e/ou dormência na área. En tão, nem tava liganda. Qaundo a dor ficou mais aguda, achei que era por causa dos esforços que eu andei fazendo no final de semana (muitas caminhadas, serviços domésticos etc.) e dei uma repousada...

... daí, surgiu um na minha cicatriz um pequeno inchaço. Era uma dorzinha tipo aquelas que a gente tem quando machuca o canto do dedo ao cortar a unha, e fica inflamado, inchado, latejando.

Como nada na minha vida pode ser realmente simples e rápido, descobri, na consulta ao médico (porque fiquei apavorado) que o meu organismo simplesmente NÃO ABSORVEU UM DOS PONTOS INTERNOS E ESTAVA EXPELINDO O MALDITO. Por isso o inchaço, a dorzinha latejante e outros sintomas básicos. Isso só acontece comigo!

Agora, é passar no local a pomada baratíssima (R$55,00) que ele receitou e esperar o organismo expelir o ponto...

quarta-feira, julho 04, 2007

ALISABEL





Como meu encantamento com nomes estranhos e situações bizarras é algo público e notório no meu ambiente de trabalho, uma colega me enviou uma notícia que satisfaz ambas as condições: mulher morre após fazer tratamento para alisar cabelos!

A situação, por si só justifica a existência desse post no ISAC. Mas ela também foi parar em O Fantástico Mndo dos Nomes por causa do nome do policial responsável pelo caso: VALDIVINO ETERNO DA SILVA! Celestial, não?

sábado, junho 30, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 06

Olá, pessoas!
Mais um mês chega ao fim... e, é claro, isso significa que hoje é dia de mais uma das Músicas para Wanessa Camargo!



Adoro esse ventilador!!



Eu já queria fazer uma versão dessa canção há um tempão, mas nunca tive uma idéia interessante. Até que recebi a visita do meu amigo DJ Marcelo Rocha e, numa de nossas conversas non-sense, me surgiu a inspiração de fazer dessa canção uma homenagem às marias-picapes (aquelas garotas que só se interessam por DJs) e às moçoilas que, como Wanessa Camargo, adoram bater um cabelo e se acabar de dançar nas boites da vida.

BOTA LOGO UM SOM
(uma versão de "Put your records on", música da insossinha Corinne Bailey Rae).

Os passarinhos passaram na janela
E disseram pra eu não me preocupar
O verão já chegou, que beleza
O sol vai diminuir a tristeza

Talvez, às vezes,
As coisas não pareçam estar bem
Quando tudo parece mudar
Nem tudo saiu do lugar
Eu só quero dançar

Hey, eu adoro um som
E isso aqui tá tão bom
Bato o cabelo, bonita!
DJ, solta o som aí
Que eu quero é ser feliz
Bater cabelo, bonita!
Vivo na pista, esse é meu lugar, vou dançar

Sob o azul céu, bronzeada e só
Bebo drinks no bar da boate
(tô relax, tô relax)
Não tenho olhos pra mais ninguém, não, não
Sou só eu e o DJ esta noite!

Talvez, às vezes,
Eu tenha medo de arriscar
Quando eu pareço mudar
Estou sempre no mesmo lugar
Eu só quero dançar

Hey, eu adoro um som
E isso aqui tá tão bom
Bato o cabelo, bonita!
DJ, solta o som aí
Que eu quero é ser feliz
Bater cabelo, bonita!
Vivo na pista, esse é meu lugar, vou dançar

Não vou mais agüentar
Eu não quero só dançar
Não posso mais dormir
Eu só penso em você
Quando você vai perceber
Que eu danço pra você, meu DJ
Faz de mim o que quiser

Hey, eu adoro um som
E isso aqui tá tão bom
Bato o cabelo, bonita! (É isso aí, bonita!)
DJ, solta o som aí
Que eu quero é ser feliz (Eu quero ser feliz!)
Bater cabelo, bonita! (Bate o cabelo, bonita!)

Hey, eu adoro um som
E isso aqui tá tão bom
Bato o cabelo, bonita!
DJ, solta o som aí
Que eu quero é ser feliz (Eu quero ser feliz!)
Bater cabelo, bonita!
Vivo na pista, esse é meu lugar, vou dançar


*****


Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

quarta-feira, junho 27, 2007

CORAÇÃO DE ESTUDANTE





Daí que eu resolvi voltar a estudar. Estou fazendo uma pós-graduação em docência - segundo meus amigos, é pra aprender a fazer brigadeiros, cajuzinhos, casadinhos, tortas, bolos etc.

Então, num horário suuuuuuuuuper-ingrato (às sextas-feiras, das 18h às 22h30), me desloco até o centro do Rio de Janeiro para assistir as aulas. E, é claro, pego TODO O TUMULTO do metrô, rumo à zona norte. Um inferno sobre trilhos eletrificados!

Eis que numa dessas sextas-feiras da vida, eu estava me deslocando para a aula, espremido como sardinha em lata dentro do vagão do metrô, curtindo os últimos minutos da pilha do meu i-pobre quando o metrô pára na estação na qual eu deveria desembarcar.

Mas o vagão estava tão lotado que eu simplesmente NÃO CONSEGUI SAIR! As portas da composição se fecharam antes de eu sequer conseguir chegar perto! TIVE QUE DESCER NA ESTAÇÃO SEGUINTE E VOLTAR NO CARRO QUE VINHA PELO SENTIDO CONTRÁRIO! Isso só acontece comigo!

sábado, junho 23, 2007

Ê, BAIANA!





Estava eu, num boteco, em horário de almoço, assistindo o "Vídeo Show". De repente, e não mais que de repente, numa reportagem, aparece uma mulher vestida de baiana.

Na legenda, diz que ela é recepcionista... daí, conjecturamos todos juntos que, pela roupa dela, só é recepcionista porque ela RECEBE ENTIDADES E ESPÍRITOS. Eu não mereço isso...

quarta-feira, junho 20, 2007

A FLOR



Estava eu feliz de minha vida, na rodoviária.
Sim, isso é possível!

Me debrucei num balcão, me espremendo com outras cinco pessoas, tentando preencher meus dados requeridos na passagem de ônibus - sob pena de não poder embarcar. Nos esbarrões e cotoveladas que se seguiram, topei com um singelo vaso de flores sobre o balcão, ao lado de pesadas bolsas de viagem e uma senhorita, muito simpática, esperando o ônibus.

Para melhor preencher meus dados, cheguei o singelo vaso para o lado, despertando a atenção da moça. Sorri amarelo e disse a ela, cheio de sinceridade: "bonitas flores"!

Ela sorriu de volta e retomei minha tarefa de preenchimento. Assim que terminei e desocupei a miserável área do balcão, dou de cara com a mesma moçoila. Ela sorri pra minha e me estende a mão, dizendo "toma pra você". Ela simplesmente ARRANCOU UMA DAS FLORES E ME DEU! A flor é essa que adorna a foto do começo do post. Isso só acontece comigo!

Achei o gesto tão legal que sorri de volta, todo sem graça. E ela disse que isso estava apenas coroando o dia tão insano que ela havia tido...

... Ah, se ela soubesse como tinha sido o MEU dia!

* * * * *

PÊ-ÉSSE: Não se esqueçam de visitar o novo projeto virtual: INGUINORANSA!

sábado, junho 16, 2007

SUSTOS

Não sou uma pessoa dada a sustos... não me assusto facilmente com nada, mas me assustei pencas com esses vídeos, que apresento hoje na seção "Du-vídeo-dó" que tratam de... SEXO ANAL!

Havia um programa no SBT chamado "Falando sobre sexo". Passava na madrugada de domingo pra segunda. Num dos programas, a telespectadora perguntou sobre a prática segura do sexo anal e a apresentadora, a Dra Carla Cecarello, explicou com uma divertidíssima "aula" sobre o assunto:


Parte 1 - Aula introdutória (ops...):


Parte 2 - Aula avançada:



Daí, o desocupado (porém brilhante) DJ Raphael Mendes fez uma, digamos, "revisão lúdica" da aula que, na boa, é o que mais vale a pena ver:




Divirtam-se!
Valeu pelos links, Hélio!

terça-feira, junho 12, 2007

MÚSICAS PARA WANESSA CAMARGO - ano V, parte 05

Hoje é dia dos namorados!
Não que eu veja algum tipo de graça nessa data... mentira, vejo sim: vejo uma chance de compor mais uma pérola pra nossa cabeçudinha Wanessa Camargo!



Tô casada, eu posso!



Nessa canção da série de Músicas para Wanessa Camargo, a moçoila cantaria com seu marido, o empresário Marcos Buaiz, ambos declarando seu amor eterno, prometido no altar há algumas semanas!

Um dueto sensacional! Um clássico renovado! Amém!

A legenda: Wanessa Camargo em rosa, Marcos Buaiz em azul e todos juntos em preto.


MEU AMOR SEM FIM
(uma versão de "My endless love", música de Lionel Ritchie em dueto com Diana Ross).

Meu amor,
Só há você em minha vida
A única, a mais querida

Meu amor,
você é o ar que eu respiro
É cada passo que dou

E eu,
Baby, eu
Vou partilhar
Meu amor com você
Ninguém mais o fará

Seu olhar
Hmmmmm, seu olhar
Me diz que você me quer
Ooh, baby, você vai ser, sim
Meu amor sem fim

Dois corações,
Que batem num ritmo igual
Vamos juntos até o final

Pra sempre
Hmmm, pra sempre
Te prendo junto a mim
Não posso te resistir...

Meu amor
Oh, meu amor
Eu faço tudo
por você, meu bem querer.
Não posso querer mais
E eu quero te dar mais

Pois você,
É tudo para mim, oh
Meu bem,
Achei em você
Meu amor sem fim

(série infindável de gemidos e pequenas vocalizações)

Meu amor
Oh, meu amor
Eu faço tudo
por você, meu bem querer.
Não posso querer mais
E eu quero te dar mais

E, sim,
Nós seremos apenas um
Pois ninguém vai negar
Que nosso amor vai durar
Pra você vou entregar
Meu amor
Meu amor, meu amor
Meu amor sem fim

*****


Divirtam-se, comentem e visitem O fantástico mundo dos nomes... e também confiram meu novo projeto virtual: INGUINORANSA!!

quinta-feira, junho 07, 2007

ENSABOA





Dia desses, o povo de Niterói chegou muito atrasado no meu trabalho. E deram uma justificativa que me deixou sem ar de tanto rir: HOUVE UM DERRAMAMENTO DE SABÃO NA PONTE RIO-NITERÓI!

Um desses caminhões de transporte estava trafegando pela Ponte - em horário indevido, diga-se de passagem - e, por algum motivo, acabou batendo/tombando/trombando/arrebentando (as fontes são incertas) e provocou um derramamento de sabão na pista, no sentido Niterói-Rio.

Pra piorar um pouquinho a história, o caminhão transportava nada mais nada menos que toneladas daquele sabão über concentrado, usado em lava-jatos.

Pra piorar muito a história, ESTAVA CHOVENDO PRA CACETE! Com certeza, os que ficaram presos no trânsito pensaram: isso só acontece comigo!

Tiveram que interditar grandes extensões da pista e jogar muita areia pro sabão não se espalhar... mas reza a lenda (?) que foi parar sabão até na Av. Brasil (o que assusta muito, sabendo-se que a Ponte é a sexta mais extensa do mundo, com mais de 13km)!!

É... sou obrigado a concordar com o rapaz que a Tissa ouviu nas barcas: alguém levou muito a sério as placas de "mantenha a Ponte limpa"...

domingo, junho 03, 2007

E. R. - parte 03





Um curtinha, que eu não podia deixar de contar aqui. Aconteceu com uma amiga muito querida, que pediu segredo de sua identidade. Eis seu relato emocionante sobre os momentos finais da recupareção de sua cirurgia:

Foi no ultimo dia, eu com a porta do banheiro encostada (porque era dentro do quarto). A mulher da limpeza foi entrando no quarto, sem bater e, do nada, abriu a porta do banheiro pra retirar o lixo. E eu lá, sentada, fazendo minhs necessidades! Não se tem mais dignidade nessa vida!

E eu? Mereço isso?

terça-feira, maio 29, 2007

A ASSUSTADORA HISTÓRIA DA MEDICINA - parte 2





Como eu tava meio grogue, lembro das coisas muito picotadas. Lembro do enfermeiro me levando pelo corredor e pelo elevador, de maca. Lembro que, quando cheguei no quarto, tive a impressão de que tinha um mundo de gente lá - mas só tinha mamãe, uma enfermeira e a tv ligada! Daí, tagarelei a falar com todo mundo - mamãe, uma enfermeira e a tv ligada!

E foi um tal de gente ligando por hospital e pro celular pra saber como eu tava. E eu falando, falando, falando. Até que começou "Desperate Housewives" e fui assistir. Vi o episódio, falando pelos cotovelos, explicando pra minha mãe quem era quem e qual era o plot de cada uma das personagens. Agora eu pergunto: EU LEMBRO DE ALGUMA COISA DO EPISÓDIO??

Lembro de N-A-D-A, somente de ter assistido e explicado a mamãe! Tive que assistir de novo, no dia seguinte!

Por causa dessa desorientação toda, passei dois dias seguidos perguntando pra minha mãe: "mãe, eu falei mesmo com {insira o nome de alguém que tenha me telefonado} no telefone ou eu sonhei isso?". Aliás, eu também perguntei: "mãe, quem em trouxe pro quarto fui um negão ou eu sonhei isso?". Fora que, segundo soube, falei até com as paredes, ria à toa.

Acho que essa risadaria toda era um prenúncio do meu doloroso pós-operatório... isso só acontece comigo!

sábado, maio 26, 2007

BOA NOITE CINDERELA - parte 1





Como vocês, estimados (três) leitores, sabem bem, eu passei por um procedimento cirúrgico há cerca de um mês. Daí, duas semanas após a cirurgia, quando eu podia finalmente me sentar sem sentir os pontos repuxando ou sem sentir (quase nenhuma) dor (abissal), me aboletei na frente do computador e me entreguei ao deslavado vício das conversas online com amigos distantes.

Numa dessas conversas, estava contando pra uma amiga como foi a cirurgia básica e minhas reações. Me diverti tanto que salvei a conversa e, hoje, ela virou texto.

Foi assim: cheguei mega tranqüilo no hospital, super resignado com o fato de ter que fazer um procedimento invasivo, ultra comum, mas de recuperação um tanto lenta. Daí, tava no quarto, milhares de enfermeiras entraram e saíram, sempre com as mesmas orientações. E veio a bendita da camisolinha, aquele modelito degradante, que só tapa a frente do corpo e você fica com a bunda exposta. Muito dez!

Eu coloquei aquele pedaço de pano cretino, mas continuei de cueca e meia, porque tava frio no quarto. Eu sei que poderia mexer na temperatura do ar condicionado, mas como era o plano de saúde que ia pagar mesmo, fiz questão de abusar!

Veio o anestesista, se apresentou, bateu papinho, me perguntou mil vezes se eu estava tranqüilo - e eu estava MESMO - e, ainda assim, disse que ia me mandar um remedinho pra relaxar antes de me aplicarem a peridural. E eu morrendo de medo da peridural! Fora isso, eu só pensava: "mas eu tô tããão tranqüilo"... porque tava mesmo. E essa tranqüilidade pessoal toda me assustava!

Veio a enfermeira, com o remedinho, um comprimido sublingual... tô eu com aquele troço azul derretendo debaixo da língua, troço amargo da porra! Fiquei conversando com mamãe, me senti meio sonolento e, de repente... EU JÁ TAVA SAINDO DA CIRURGIA! Sério, me senti meio desorientado, porque parecia que tinham cortado um pedaço enorme de TEMPO da minha vida!!

Eu simplesmente APAGUEI COM O REMEDINHO QUE O ANESTESISTA MANDOU! Dormi bagaráio! Só fui acordar com os enfermeiros me tirando da mesa de cirurgia para a maca! Estilinho "roubaram meu rim"!

O mais bizarro foi que, apagado, foi minha mãe que rodou meu corpanzil gordo pra tirar minha cueca e minhas meias. E eu ainda soube que, durante a operação, eu parecia estar semi-consciente - a anestesia foi peridural, tá - e ainda conversei com o médico!!! Isso só acontece comigo!

quarta-feira, maio 23, 2007

WHAT DA FUCK?

Quando a gente acha que a vida não pode ser mais bizarra do que já é e que a internet não pode conter mais tosqueiras, sempre aparece algo muito pior, o que comprova um corolário que costumo repetir: "nada é tão ruim que não psosa ser piorado".

Essa é justamente a 'questã' em se tratando do vídeo abaixo, que reinaugura a "Sessão Du -vídeo-dó" deste blog:





Agora, sim, minha vida está arruinada! Nunca mais conseguirei dormir impunemente!

quinta-feira, maio 17, 2007

TOTALFLEX

Sabe o que eu acho mais legal da pesquisa tecnológica de hoje?
É que gasta-se muito tempo em pesquisa e desenvolve-se de tudo, desde mecanismos revolucionários super-úteis para a nossa experiências enquanto seres humanos, mas também se cria muita tranqueira medianamente inútil.

Depois do vibrador que pode ser conectado ao seu tocador de mp3 (que chamei carinhosamente de iPhod), surge um novo conceit no mercado de produto imbecil que você, no entanto, não pode deixar de ter: o celular FLEXÍVEL!





A Nokia desenvolveu um celular utilizando um design e uma tecnologia que permitem seu uso como bracelete, clip para prender na roupa, gargantilha etc. Dá até para enrolar o celular e guardar no bolso, carteira, ou qualquer outro lugar que facilite o seu transporte! Dá pra esconder em algum lugar, em caso de assalto! Yay!

Detalhe: você pode configurar o formato que ele adquire para cada pessoa que liga.
Se for a mãe, ele pode ficar no formato de uma exclamação.
Se for a namorada, ele pode ficar no formato de um coração.
Se for a sogra, ele pode ficar no formato de uma serpente...

E por aí vai... eu não mereço isso... ou mereço?
Se bem que, só Deus sabe quando isso estará disponível por estas bandas...

segunda-feira, maio 14, 2007

OH, BABY!!





E olha eu voltando da minha licença-médica!
Mesmo estanso sem postar há quase duas semanas, a média de visitas ao blog aumentou (será que foi a canção pra WC?) e ainda ganhei mais uma história pra postar aqui!

Dessa vez, que nos conta seu vexame é a Patrícia Nakamura, também conhecida como Naka:

"Essa história faz exatos 17 anos. E aconteceu comigo.

Numa ensolarada tarde de sábado de 1990 recebo a visita do meu
padrinho, que morava no interior. Ele foi apresentar a (mais uma) noiva pro
clã, a Dalila, uma criatura supersimpática. Meu padrinho sempre me chamava
de 'afilhadinha' e Dalila fez questão de chegar em casa com uma linda e
enorme caixa de presente. Dentro, uma boneca 'Meu Bebê', cheia de
acessórios!
Bom, e daí?
E daí que a afilhadinha aqui estava com quinze anos de idade, no meio
de um trabalho de geografia com a galera do colégio. Quando me viu, a
coitada da Dalila não sabia onde enfiar a cara e a caixona do presente.
Estendeu a bagaça super sem graça e geral caiu na gargalhada quando abri
o embrulho. Claro que a galera repassou pro colégio todo e eu fiquei
com o apelido de 'babybaca'.
Isso só acontece comigo! Humpf!"